Comentários sobre política brasileira e outros temas polêmicos

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2 de agosto de 2010

Dossiê, 'carta anônima' ou 'banco de dados'?

Duas notas estão hoje no site do jornalista Claudio Humberto tratando da onda de dossiês que aparecem a toda hora, sempre sob suspeita de serem produzidos por petistas interessados em criar problemas para José Serra, em benefício de candidata de Lula. São tão variados os tipos de dossiê, que até em cima de um ministro de Lula, o Guido Mantega, da Fazenda, andou surgindo mais um. Nota-se que quando desmentem e chamam o documento de "banco de dados," há também a desculpa de tratar-se apenas de uma pequena "carta anônima". Tanto um como outro têm objetivos escusos e precisam ser esclarecidos o quanto antes e não escondidos;

Com relação à "carta anônima" envolvendo a filha do ministro Guido Mantega, o site de Claudio Humberto diz:

Dilma: carta anônima não é dossiê

A candidata à Presidência, Dilma Rousseff (PT), criticou a denúncia de que o partido fez um dossiê contra a filha do ministro da Economia, Guido Mantega, a modelo e empresária Marina Mantega. Segundo Dilma, uma carta anônima não pode ser chamada de dossiê. “Estão chamando uma carta anônima de dossiê? É lamentável. Acho isso um desrespeito ao povo brasileiro. Eu vou manter um nível alto, vou debater idéias”, afirmou. A candidata explicou ainda que o documento denunciado pelo jornal Folha de S. Paulo, que traria informações sobre uma suposta tentativa de tráfico de influência da filha do ministro para interferir na escolha da presidência da Caixa de Previdência dos Funcionários do Banco do Brasil, não pode ser atribuído a um partido político e chamou o questionamento dos repórteres de “eleitoreiro”. “Não desqualifico nem nego. É uma carta anônima. Não pode ser atribuído a um partido político” declarou Dilma sobre a carta.

Já em relação ao dossiê que visava prejudicar a candidatura de José Serra através da quebra de sigilo do vice-presidente do PSDB, Eduardo José, a notícia dada por Claudio Humberto é a seguinte:

Oposição quer convidar servidora da Receita para 'esclarecimentos'

A oposição vai tentar aprovar ainda esta semana no Senado, convite para a analista tributária Antonia Aparecida Rodrigues Santos prestar depoimento na Comissão de Constituição e Justiça. Antonia é suspeita de ter quebrado o sigilo fiscal do vice-presidente do PSDB, Eduardo Jorge. Ela foi afastada do cargo depois da abertura de um processo administrativo pela Corregedoria da Receita para investigar o caso. Autor do requerimento, o senador Álvaro Dias (PSDB) tenta aprovar o convite para a servidora. "A Antonia está sendo usada, isso é um despiste para encobertar alguém maior. Não é papel da oposição se omitir, são direitos que estão na Constituição que devem ser respeitados", afirmou Dias.

Seja o que for, "carta anônima" ou até "banco de dados", há uma necessidade urgente de se dar um término a esse costume, que em nada dignifica a democracia brasileira. Ainda do site de Claudio Humberto ficamos sabendo o que a candidata de Lula tem a dizer em relação ao "fogo amigo" mais recente dos "aloprados", que é o dossiê que procura atingir o ministro da Fazenda, Guido Mantega, membro do PT:

Dilma: carta anônima não é dossiê
A candidata à Presidência, Dilma Rousseff (PT), criticou a denúncia de que o partido fez um dossiê contra a filha do ministro da Economia, Guido Mantega, a modelo e empresária Marina Mantega. Segundo Dilma, uma carta anônima não pode ser chamada de dossiê. “Estão chamando uma carta anônima de dossiê? É lamentável. Acho isso um desrespeito ao povo brasileiro. Eu vou manter um nível alto, vou debater idéias”, afirmou. A candidata explicou ainda que o documento denunciado pelo jornal Folha de S. Paulo, que traria informações sobre uma suposta tentativa de tráfico de influência da filha do ministro para interferir na escolha da presidência da Caixa de Previdência dos Funcionários do Banco do Brasil, não pode ser atribuído a um partido político e chamou o questionamento dos repórteres de “eleitoreiro”. “Não desqualifico nem nego. É uma carta anônima. Não pode ser atribuído a um partido político” declarou Dilma sobre a carta.

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