Política brasileira e outros temas polêmicos

30 de agosto de 2016

Agora, só resta cantar: Ai, ai, ai, ai, está chegando a hora..."

Faltam algumas horas para que o Senado Federal decida o destino a presidente afastada Dilma Rousseff. De acordo com senadores tanto entre os que a defendem como os que são favoráveis ao seu impeachment, ela perdeu cerca de sete horas para se defender, mas não conseguiu mudar a opinião dos seus julgadores. Foi um show de repetições nas respostas, principalmente as feitas pela sua "tropa de choque", que eram destinadas a provocar as respostas de sempre. Por nove vezes, repetiu a palavra "golpe". Dilma ficou engasgada quando um senador indagou como tinha coragem de dizer que era vítima de um golpe quando estava diante de presidentes de dois poderes da República, (do Supremo Tribunal Federal (STF), do Senado Federal, Renan Calheiros), além dela própria, que ali estava na condição de ainda presidente da República. Outra pergunta que a deixou gaguejando foi quando outro senador indagou por qual razão ela convidou Michel Temer para ser seu vice e agora vive dizendo que ele é um traidor e usurpador do seu cargo, quando ele está no exercício do cargo estabelece a Constituição Federal;

Dentre as várias incoerências de Dilma Rousseff durante a sua defesa está a cansativa repetição de afirmar que o processo de seu impeachment de que "não está sendo observado o devido ordenamento jurídico", tese também defendida pelo seu advogado José Eduardo Cardozo, principalmente o legítimo direito de defesa. Como assim? O quê ela e seus defensores faziam ali diante de juízes (os senadores), defensores e acusadores? Outra mancada de Dilma & Cia. foi a alegação de que, conforme a Constituição de 1988, ela não poderia ser julgada por fatos e até crimes ocorridos num mandato anterior. Ninguém se lembrou de que a partir de 1997 foi estabelecida a reeleição e que o mandato anterior era dela mesma. Algo que ficou marcante ontem foi a arrogância de Dilma, respondendo sempre com ar de superioridade obedecendo ao script que lhe foi imposto (houve quem fizesse postagem no Facebook mostrando um possível ponto eletrônico numa de suas orelhas). Depois, passou a dar respostas por conta própria, quando apareceu a Dilma que conhecemos, dizendo coisas sem sentido e tropeçando na idioma. Daqui até amanhã, a música que passa a ser tocada e cantada é aquela tradicional que diz: Ai, ai, ai, ar, está chegando a hora..."

27 de agosto de 2016

Para o PT, 50 pedidos de impeachment não eram golpes. E agora são?

Como um autêntico Usain Bolt, o PT é o recordista absoluto da modalidade "Pedidos de Impeachment". De 1990 até hoje, a Câmara dos Deputados recebeu 132 pedidos, dos quais o partido de Dilma Rousseff encaminhou nada menos que 50 deles, sendo absoluto no pódio desse "esporte". Isso significa que nenhum dos pedidos de impeachment, feitos com base na mesma legislação do que agora atinge Dilma, tenha sido taxado de golpe, como fazem hoje os seus defensores. Agora, com a maré sendo contrária, a "tropa de choque" dela grita para o mundo inteiro que a "presidentA" está sendo vítima de um golpe parlamentar. Agora, que estão no lado contrário do balcão da Câmara onde são dadas entradas dos pedidos, gritam (literalmente) que Dilma está sendo vítima de golpe e de não ser rspeitada a vontade de 54 milhões de eleitores, muitos deles já declaradamente arrependidos de terem votado nela;

Tudo o que tem acontecido no Senado Federal, onde se destaca a baixaria entre os pró e os contra o impeachment, é por causa do fim da Olimpíada Rio 2016. O espírito olímpico já saiu do foco depois do fechamento da Vila Olímpica, e hoje os adversários são incapazes de um simples aperto de mão entre vencedores e vencidos. O negócio é partir para a agressão, é estimular o "nós contra eles", transformando o Senado num ringue ou então numa arquibancada de estádio de futebol durante um clássico regional, tipo Vasco x Flamengo, Palmeiras x Corinthians, Grêmio x Internacional, Cruzeiro x Atlético e outros com o mesmo nível de rivalidade histórica. Para concluir, soube-se que o comportamento dos senadores "dilmistas" tem por principal objetivo demorar a conclusão do processo de afastamento de Dilma para que uma equipe de cinegrafistas grave cenas com ela para produção de um documentário contando a vida dela até ser cassada. Esse filme poderia ter um título bem sugestivo: "Os últimos dias de Dilma", para que façamos analogia com o histórico filma "Os últimos dias de Pompeia", uma vez que a passagem dela no Governo, a exemplo do que ocorreu com a cidade italiana, o Brasil também está sob escombros provocados pelo vulcão Dilma.

26 de agosto de 2016

O povo já se cansou do circo que funciona no Senado

O circo montado no Senado Federal já passou da hora de retirar a lona e encerrar a atual temporada. É o que acontece no julgamento do impeachment de Dilma Rousseff. Alguns dos seus "artistas" cansaram a plateia, que não aguenta mais a repetição dos seus chavões. São eles os senadores Lindbergh Farias, Vanessa Grazziotim, Gleisi Hoffman, José Eduardo Cardozo e Kátia Abreu, dentre outros. A atuação deles, sempre com gritaria e ataques verbais contra os colegas favoráveis à cassação do mandato de Dilma levou o presidente da Casa, Renan Calheiros a sair do sério e dizer que o Senado estava sendo um autêntico hospício. E o pior de tudo está na constatação de que o povo está concordando com Renan, e não vê a hora de esse assunto terminar e o Brasil voltar a andar, buscando sair da crise econômica em que o país se encontra;

Vai aqui um recado para Dilma Rousseff. Libere a sua "tropa de choque" para que pare de tentar atrasar o quanto podo a votação final do processo, cuja derrota está prevista com quase dez votos além dos 54 necessários. Se ela está tão convicta de que está sendo aplicado um golpe contra ela, que seja coerente e volte para a clandestinidade. Pode ser que daqui a alguns anos o povo esqueça dos dias atuais e alguém, da mesma forma que Lula, a empurre de garganta abaixo como candidata e ela tenha enfim aprendido a governar, algo que não demonstrou não saber fazer desde que assumiu a Presidência da República em 2011. No mais, o ex-presidente Lula falando para um pequena plateia de seguidores afirmou que estava começando ontem a "Semana da Vergonha". Ele errou. Ao contrário do que ele disse, não está começando nada e sim terminando "Dezesseis anos de desastres".

25 de agosto de 2016

O impeachment de Dilma vai recuperar a economia do Rio de Janeiro

De acordo com todos os prognósticos, nos próximos dias o Senado Federal vai devolver aos 50 milhões de brasileiros que nas eleições de 2014 não deram seu aval para a concretização do projeto criminoso do PT de permanência no poder. Não veremos mais bandeiras vermelhas ao invés de verde e amarelo. Não teremos mais sindicalistas financiados com dinheiro do erário público. Ficaremos livres de "Mensalão", sítio sem dono, cozinha planejada em tríplex na praia, recessão, inflação, ministro tomando dinheiro de servidores em empréstimos consignados, contabilidade criativa, pedaladas fiscais, tudo isso ao lado de incompetência administrativa. Todos sabemos que Dilma arrasou com a economia. Aí estão a inflação elevada, o grande número de desempregados. Investidores privados têm bilhões de dólares (talvez sejam trilhões) e o Brasil lhes interessa, porque os países desenvolvidos com suas economias estruturadas proporcionam a elas lucros pequenos. Então, com o impeachment, esses capitais virão para cá e veremos o retrocesso dos governos petistas ser revertido;

Dilma Rousseff usou dinheiro público em sua campanha, mentiu para se eleger e é a responsável por tudo de errado que aconteceu com a Petrobras. A "presidentA" mandou dinheiro do erário público para ditaduras comunistas. Também só errou em todas as áreas da administração.. Co o mandato cassado, pelo menos por oito anos a teremos longe da administração pública, em qualquer área. Não é sem motivos que as primeiras pesquisas de intenção de voto para as prefeituras de capitais brasileiras, somente um candidato do PT está em primeiro lugar, o de Recife, por um motivo que não faz parte dos costumes do "companheiros", que é administrar a cidade olhando para os interesses da população e não os seus próprios, gastando o que arrecada, sem superfaturamento nem propinas. É por isso que um partido que traiu o povo, com uma roubalheira, acabou com a economia e com uma das maiores empresas do mundo, a Petrobras, levando o Estado do Rio de Janeiro, que é dependente dos royalties, à falência, atingindo grandemente os funcionários públicos que passaram a receber seus salários sem data certa,

24 de agosto de 2016

Falta uma carta de Dilma pedindo desculpas ao povo

A quase ex-presidente Dilma e seus companheiros passaram durante o tempo em que o processo do impeachment dela acusando o Congresso Nacional e o Supremo Tribunal Federal (STF) de terem aplicado um golpe contra ela. Agora Dilma escreve uma carta aos senadores propondo a realização de um plebiscito visando à convocação de eleições em outubro, junto com as eleições municipais, para escolha de novos presidente e vice-presidente da República. Ela faz isso exatamente às vésperas da decisão do Senado Federal sobre seu afastamento definitivo de titular da Presidência da República. Não parece uma medida inteligente, pois o plebiscito que ela propõe, além de não estar previsto na Constituição, sua tramitação normal só terminaria no final do ano, quando o Congresso entra em recesso. Dessa forma, por entrar na segunda metade do mandato presidencial, a eleição seria indireta. Como as previsões indicam que Dilma será afastada com os votos de mais de 60 senadores, não haverá chance, por exemplo, de Lula concorrer (que já anda em baixa junto ao eleitorado), é lógico que essa mesma maioria elegerá presidente e vice dentre os integrantes do governo em exercício;

Certamente, os 59 senadores que afastaram Dilma entenderão que tomaram a decisão que agradou a população, pois com a administração do presidente Temer, apesar dos erros houve alguma melhora na economia. O povo espera, então, que os senadores tenham bom senso e mantenham seus votos, ao lado de outros que já se manifestaram arrependidos de de votado a favor dela. Aliás, Dilma Rousseff deveria fazer uma carta dirigida à população, particularmente aos seus 4 milhões de eleitores, pedindo desculpas por não ter cumprido integralmente as promessas de campanha e ainda por ter patrocinado por conivência um verdadeiro assalto à Petrobras. Chega de discursos repetitivos feitos pela sua "tropa de choque" (Lindbergh Farias, Vanessa Grazziotim, Gleisi Hoffman, José Eduardo Cardozo e outros). O povo está cansado de tanto palavreado que só serve para adiar a conclusão de um assunto, pois o resultado final já é do conhecimento: "Tchau, querida!".

23 de agosto de 2016

Agora é a vez de um novo evento: a Olimpíada Social

É quase unânime a opinião geral sobre o êxito da Olimpíada Rio 2016. Começa pela criatividade da abertura e do encerramento - a integração dos atletas quando um verdadeiro carnaval transformou o gramado do Maracanã num autêntico desfile com mistura de fantasias será inesquecível. Junte-se a isso os resultados obtidos por atletas brasileiros e dos países participantes, quando muitos recordes foram quebrados. Os turistas conheceram a hospitalidade do povo carioca e viajaram de volta aos seus países falando em saudade e garantindo que voltarão ao Rio para curtir a cidade sem compromissos com os Jogos. Quem acompanhou a Olimpíada seja frequentando as arenas ou assistindo pela TV, lamentou que o evento não tenha acontecido antes. Foi muito interessante ver atletas e turistas se confraternizando em espaços e conveniência ou simplesmente andando pelas ruas. Fazendo graça, alguém disse que iria sugerir ao Comitê Olímpico Internacional (COI) que transforme o Rio de Janeiro em sede fixa das Olimpíadas, co os países participantes contribuindo nas despesas e o Brasil devolvendo organização, alegria e hospitalidade;

Enquanto 2020 não chega e nem o Rio se transforma em "sede fixa" dos Jogos Olímpicos, começa uma nova etapa, que é a Olimpíada Social. Nela, o povo brasileiro espera que o Brasil consiga êxito maior que o alcançado na Rio 2016. Queremos ver o país subindo ao pódio exibindo medalhas nas modalidades Saúde, Educação, Segurança, entre outras. Capacidade acabamos de provar que temos. Pode estar faltando empenho e vontade política para que vejamos tais "medalhas" sendo exibidas para nosso orgulho. Está na hora de entrar em ação os técnicos (os governantes) para a formação desse belo Time Brasil. Desde já o povo agradece. Então, mais do que nunca poderemos gritar em alto e bom som: "Eu sou brasileiro, como muito orgulho e muito amor".

22 de agosto de 2016

A Olimpíada acabou. Falta agora a medalha de ouro da limpeza política

Acabou a Olimpíada. Acabou o clima de festa. O Brasil provou para o mundo e, principalmente para si próprio, que é capaz de organizar, planejar e realizar eventos esportivos de grande porte - os Jogos Olímpicos é o maior de todos. Nosso famoso e histórico de complexo de vira-latas está completamente afastado. Sim, nós podemos. Isso já provamos com carnaval, Fórmula 1, Fórmula Indy, Rock in Rio, révellon, Jornada Mundial da Juventude e até mesmo a Copa do Mundo em 2014. Houve erros e falhas, mas foram muito menores que os acertos. Delegações de vários países saíram daqui afirmando isso, confessando que até à abertura dos Jogos ainda desconfiavam do sucesso e previam um fracasso. Erraram. Atletas de ponta que já estiveram presentes em muitas Olimpíadas disseram que a do Rio foi a melhor de que participaram. A imprensa internacional está comentando de modo positivo a realização do evento;

É difícil entender que brasileiros, e em especial cariocas, tenham torcido pelo fracasso dos Jogos. E os legados? Qualquer preconceito por parte de estrangeiros pode ser até compreendido. Como não festejar o fato da Arena do Futuro, que é toda modulada, ser após as Paralimpíadas transformada em nada menos que quatro escolas? Há que se destacar o interesse despertado em crianças para a prática de esportes, como Handebol, Voleibol e outros, já havendo programas de iniciação programados para serem executados em escolas públicas ou privadas e abertos também às crianças das comunidades próximas. Em relação às escolas dos legados dos Jogos, há uma pela qual temos que exigir diariamente. Trata-se da escola de formação de políticos honestos e que tenham os interesses do povo acima dos seus próprios interesses. E nós podemos começar a matricular nessa escola nas eleições municipais em outubro, os conhecidos políticos de nossas cidades, os prefeitos e vereadores, mandando-os para casa. negando-lhes a matrícula,

14 de agosto de 2016

Melhorando a Educação, subiremos mais vezes ao pódio no futuro

Muito tem sido falado sobre os legados que a Olimpíada Rio 2016 pode nos deixar. Realmente, vários benefícios os Jogos Olímpicos serão usufruídos pela população carioca. Alguns deles serão equipamentos como arenas e outros espaços para utilização em programas de iniciação esportiva de jovens nas mais diversas modalidades. Mas, desde já paira um grande dúvida. Quem bancará o funcionamento do Parque Olímpico, por exemplo? Há alguma negociação com empresas para o devido patrocínio. A Prefeitura do Rio e o Estado não têm como assumir tal responsabilidade. Para que os tais legados se confirmem é necessário que tudo seja previamente estabelecido, Não pode acontecer como o ocorrido com as instalações destinadas aos Jogos Panamericanos de 2007, que seriam para aproveitamento na Olimpíada, mas que em grande número praticamente viraram sucatas, bem como as arenas destinadas à Copa do Mundo de 2014, algumas delas construídas e que viraram verdadeiros elefantes brancos. Some-se a isso as denúncias de superfaturamento que estão sendo objeto de investigações pela Justiça;

Temos, entretanto, que destaca um importante legado: educação e respeito nos momentos de alegria nas vitórias sobre adversários, que não estão sendo vistos como inimigos, com pacífica convivência nas arquibancadas, mostrando para o mundo que somos um povo civilizado. O mesmo está acontecendo no relacionamento com turistas estrangeiros, que têm comentado nas redes sociais a hospitalidade do povo do Rio de Janeiro, em especial nos contatos fora dos locais de competição, Há casos de atletas eliminados que estão voltando para seus países lamentando ter de ir embora da simpática Cidade Maravilhosa. Até botecos 'pés sujos' próximos à Vila Olímpica têm se tornardo em ponto de encontro de integrantes de várias delegações. Junte-se a isso a organização do evento, que apesar de algumas falhas tem recebido elogios gerais;

O maior legado é, sem dúvida, a necessidade de serem estabelecidas políticas para os esportes, preparando futuros atletas a partir da infância nas escolas públicas, no ensino fundamental e médio. o que significa um outro modo de administrar tais escolas, que hoje não têm condições sequer de funcionamento, algumas até sem banheiros para os alunos. Essa talvez seja a forma de participarmos de competições sem nenhuma possibilidade de obter-se medalhas, algo conseguido por países mais pobre que o Brasil. Sem alguma providência no sentido de mudar a falta de atenção do Poder Público com a Educação, como sempre acontece, nosso país continuará sendo como um anão desportivo, Podemos deixar de lado o legado de concreto. O que queremos é através da Educação vermos a geração de jovens subindo ao pódio das futuras Olimpíadas.

10 de agosto de 2016

Aliados de Dilma fazem o que podem para adiar seu julgamento final

Poucas horas antes do Senado aprovar, por 59 votos a 21, o relatório do senador Antonio Anastasia (PSDB-MG) contra Dilma Rousseff por crime de responsabilidade, parlamentares do PT protocolaram, na noite de ontem, uma representação contra o processo na Comissão Interamericana de Direitos Humanos, ligada à Organização dos Estados Americanos (OEA). Em entrevista coletiva na Câmara, o deputado Paulo Pimenta (PT-RS) explicou que o documento pede a restituição da normalidade democrática com a volta de Dilma, a anulação de todos os atos e a paralisação do processo até que sejam analisadas todas as possíveis violações a tratados internacionais. “Entendemos ser necessária a medida por uma questão de tempo, para impedir que o processo se consolide de maneira definitiva”, afirmou. A expectativa do Legislativo é que o afastamento de Dilma seja decidido por volta do dia 26 de agosto. Ficou bem clara a intenção dos aliados de Dilma, que é fazer todas as tentativas possíveis pata atrasar a deposição dela, que acontecerá no início de setembro;
Para Paulo Teixeira, que também assinou a petição, Dilma não tem ação criminal no Brasil. Segundo ele, o tribunal da OEA pode decidir pela reintegração da petista e até definir sanções para o Brasil no momento do julgamento do pedido, já que o Brasil é signatário de acordos internacionais que o garantem participar em instituições como a própria OEA. “Este crime que estão imputando a ela não tinha lei que o previa. Todo o procedimento é ilegal”, completou. Perguntado sobre o motivo para que tenham entrado com a representação apenas agora, na fase final do processo, o deputado Wadih Damous (PT-RJ) explicou que, para pedir a intervenção da Corte Interamericana, todas as possibilidades têm que ser esgotadas dentro do país. “Estamos vivendo um golpe de estado com a participação do Parlamento e a omissão do Judiciário”, disse, ao lembrar que o Supremo Tribunal Federal (STF) não interveio no processo, limitando-se a apenas definir o rito que deveria ser seguido pelo Congresso Nacional para julgar o afastamento de Dilma. “O STF se nega a exercer o controle, se recusa a coibir a ilegalidade e o golpe”, afirmou.

9 de agosto de 2016

A Operação Lava-Jato não para nem com a Olimpíada Rio 2016

Enquanto a gente vai se distraindo com a Olimpíada, as apurações sobre as falcatruas cometidas pelos políticos brasileiros continuaram no mesmo ritmo. A ameaça de executivos da empresa Odebrecht de indicar que colaborou com o 'caixa 2' para campanhas eleitorais do PSDB em 2010 já tem a resposta que todos nós conhecemos e a divulgação pela imprensa de sempre: "Em nota, o partido declarou que todas as doações que o PSDB recebeu foram realizadas estritamente dentro dos padrões legais e foram posteriormente declaradas à Justiça Eleitoral". Ninguém acredita nessa declaração e o partido 'tucano' ainda pode ser processado pelo PT. Por plágio. Como as deleções da Odebrecht alcance vários outros partidos, ficamos na duvida se existe em Brasília algum político que seja pelo menos um pouco honesto, se é que isso tenha alguma lógica, isso porque vemos neles que apenas pensam em poder e enriquecimento ilícito;

Nossa sorte está na constatação que em boa hora surgiu a Operação Lava-Jato, que conseguiu frear essa prática que vinha ocorrendo ao longo dos anos, sem qualquer tipo de restrição aos políticos que agiam amparados pelo famigerado foro privilegiado, confundindo imunidade com impunidade. É escondida nessa imunidade que a deputada federal Jandira Feghalli se acha no direito de fazer pichação numa parede do Rio de Janeiro, com frase contra o presidente Temer. E ele dá um péssimo exemplo de como será seu incentivo à Educação, visto que é candidata a prefeita da capital Estado. Qualquer pessoa sem mandato eletivo que seja flagrada pichando patrimônio público ou privado será levado à Justiça sem direito de pedir autorização de seus companheiros de malfeitos como ocorre com a deputada pichadora, que só pode ser processada seu seus colegas permitirem, e mesmo assim somente no Supremo Tribunal Federal (STF) e não pelo juiz da comarca onde tenha pichado um simples pedaço de parede. Vamos continuar gritando contra esse detestável foro privilegiado!