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20 de junho de 2018

STF soltar Lula pode provocar forte reação

Se o Supremo Tribunal Federal (STF) soltar o ex-presidente Lula corre o risco de provocar uma convulsão social de proporções inimagináveis, com consequências também inimagináveis, uma vez que cerca de 90% da opinião pública considera a Operação Lava-Jato e os julgamentos do juiz Sérgio Moro como uma avanço e exemplo de justiça e combate à corrupção. Derrubar as decisões já proferidas criaria uma instabilidade jurídica sem precedentes. O STF atualmente tem uma tolerância e um capital de credibilidade muito pequeno perante a população devido as recentes decisões tomadas especialmente pelos ministros "petistas" Antônio Dias Tóffoli, Ricardo Lewandowski e Gilmar Mendes. Mesmo com a Copa do Mundo em andamento, a população está atenta. Ninguém tolera mais ver a Justiça protegendo ladrões de dinheiro público. É melhor não provocar o povo.

Qual será o futuro do Brasil depois das eleições?

Com base nos resultados da Operação Lava-Jato, esperava-se uma eleição em outubro na qual o eleitorado aparentava que aproveitaria a ocasião para sepultar o que era chamado de "velha política". Todavia, tudo indica que do pleito resultarão mais sustos que possibilidade de mudanças a partir de 2019. Começa tudo com o fato de que quem lidera as pesquisas de intenção de voto é um capitão da reserva do Exército, Jair Bolsonaro com 19%. De outro lado, um ex-presidente encarcerado, mesmo sabendo que está inelegível exatamente pelos crimes que cometeu é declarado pré-candidato pelo seu partido, com direito a suntuoso evento de lançamento de sua candidatura, ostentando um índice histórico de 30% de possibilidade de votação. Sem a participação do ex-presidente Lula na eleição, quem aparece em segundo lugar é Marina Silva, com 15%, única capaz de competir com Bolsonaro num segundo turno, mas que não dispõe de recursos para sustentar uma campanha. Mas há também algo que deixa as perspectivas para 2019 envolvidas em sombras, especialmente com as desistências de dois representantes da "nova política", o apresentador de TV Luciano Huck e o ex-ministro Joaquim Barbosa. E para agravar ainda mais a situação, 33 dos entrevistados em recente pesquisa disseram não votar em nenhum dos nomes que estão sendo cotados para participar do pleito e que alcançaram índices muito baixos, como Ciro Gomes (15%), e Geraldo Alckmin (7%),e mais uma grande quantidade de candidatos nanicos. Como este quadro não tem sofrido mudanças desde abril, Jair Bolsonaro pode considerar bastante feliz. Aqui o me resta recomendar ao eleitorado usando o começo de uma antiga e famosa canção: "Prepare seu coração".

A diferença entre dois grupos de 11 pessoas

No jogo de estreia da Seleção Brasileira na Copa da Rússia, 11 jogadores e milhões de torcedores no país foram prejudicados pelo tal árbitro de vídeo. Aqui no Brasil, 11 juízes também prejudicam toda uma nação livrando do xadrez criminosos de colarinho branco sem consultar um árbitro de vídeo, no caso o povo. Nossa Seleção tem tudo para virar o jogo. O povo também pode mudar o placar, bastando para isso saber escolher em quem votar, além de exigir do Supremo Tribunal Federal (STF) que tome rigorosas medidas de seus integrantes.

18 de junho de 2018

Condução coercitiva é coisa de ditaduras?

Recente medida tomada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), enquanto o povo do Brasil se preparava para torcer pela Seleção Brasileira no seu jogo de estreia na Copa do Mundo, tornou inconstitucional a condução coercitiva sob a alegação de que o recurso faz lembrar os regimes de exceção, ou sejam, as ditaduras. Seria, então, necessário que algumas "ditaduras" do mundo sejam avisadas para que tirem de sua legislação esse método aplicado pelas autoridades policiais, especialmente Estados Unidos, Alemanha, Bélgica, Portugal, Espanha, França e Inglaterra, entre outras. Como o STF tem um grupo de ministros querendo acabar com a prisão depois de aprovada em julgamento em segunda instância, é bom que fiquemos de olho na turma liderada pelo ministro Gilmar Mendes que adora ver criminosos de colarinho branco bem longe do xadrez.

Gostem ou não, Neymar é um dos melhores do mundo

Coisa chata é ler por aqui gente querendo colocar culpa em Neymar pelo empate da Seleção Brasileira no jogo de estreia na Copa do Mundo. Pior ainda é ver pessoas chamando nosso principal jogador de "Neymídia". Estas figuras se acham como as que mais entendem de futebol, apesar da opinião de técnicos e jogadores de clubes de ponta do mundo inteiro dizendo que Neymar tem que receber marcação especial. Esquecem que ele está voltando a jogar depois de três meses de inatividade, bem como de que ele sofreu nove faltas, e têm capacidade de falar em simulação. É a célebre mania de dar valor ao que é estrangeiro e menosprezar o que temos de melhor. Por favor, esperem um resultado definitivo para fazer críticas, pois foi apenas o nosso primeiro jogo. Poupem-nos de ler tantas sandices.

Os jogos da Copa terão efeito de uma terapia

Muitos têm afirmado que é bastante grande o número de brasileiros que não estão ligados na Copa do Mundo. Outros declaram que não assistirão os jogos e nem torcerão pela Seleção Brasileira, alegando que o país tem enormes problemas. Ora, a Copa, para o brasileiro cuja maioria gosta de futebol, é um momento para esquecer os problemas que realmente existem. Afinal, é melhor ver a Copa do que ficar focado nos casos de violência, péssimos serviços de Saúde e Educação, além de sofrer com a má qualidade do transporte público. Uma outra motivação para se ligar no Mundial de 2018 é a qualidade da Seleção. O mundo inteiro está colocando o Brasil na condição de favorita ao título, tudo por força dos resultados que nossa Seleção, que hoje tem uma das melhores dos últimos tempos, daí podermos. O técnico Tite está com um elenco do totalmente focado na Copa. Ninguém está de "salto alto" e sim concentrado na disputa do título. A partir de domingo até aqueles que hoje dizem não estar ligado na Copa vai torcer muito para apagar da lembrança o triste 7 a 1 do Mundial de 2014.

Afinal, sabemos quem causou a morte de Marielle

A principal causa do assassinato da vereadora carioca Marielle Franco e de seu motorista Anderson Gomes está na péssima administração da ex-presidente Dilma Rousseff. É que a "gerentona" inventada pelo ex-presidente Lula teve a estranha ideia de fechar destacamentos do Exército de policiamento de fronteiras na cidade de Cáceres, em Mato Grosso, que faz fronteira com a Bolívia, facilitando a entrada de armas e drogas no Brasil. A apuração das causas da morte de Marielle até hoje não foi concluída exatamente pela dificuldade em se identificar a origem das armas e munições utilizadas no evento. A única coisa que ficou evidente é a facilidade com que tanto material bélico chega às mãos de marginais, em especial no Rio de Janeiro. A intervenção federal militar na Segurança Pública fluminense é uma prova disso. Não é hora de se discutir se houve alguma conotação política no desastroso ato de Dilma por afinidade dela com o governo bolivariano da Bolívia. O que se espera é uma imediata ação do Governo para impor rigorosas medidas para coibir a entrada de armas, além de investir em fortes medidas para fiscalizar as nossas fronteiras, em especial as que estão vizinhas de países produtores de drogas, por coincidência com afinidade ideológica com Lula e Dilma Rousseff.

12 de junho de 2018

Teremos muitas emoções nas próximas semanas

Segundo dizem pessoas próximas ao Supremo Tribunal Federal (STF), viveremos muitas emoções durante as próximas semanas, e não será por causa da Copa do Mundo na Rússia. Tudo isso é porque a procuradora-geral da República Raquel Dodge fará a tercei denúncia contra o presidente Michel Temer. Os indícios contra o chefe do Executivo Federal são muitos e bastante consistentes, porque a Operação Lava-Jato descobriu, por exemplo, que o coronel reformado João Baptista Lima Filho, suposto operador de Temer, fez um empréstimo de US$ 200 mil à Argeplan, ainda nos anos 1990. Na realidade, somente em 2011 é que Lima tornou-se oficialmente dono da empresa. O caso mais gritante foi a reforma da casa de Meristela Temer, filha do presidente da República, em 2014. Em depoimento à Polícia Federal (PF), o arquiteto e urbanista Diogo Figueiredo de Freitas disse que comandou a obra a pedido do coronel Lima, fazendo um favor a um amigo. Diogo Freitas e alguns fornecedores de material para a obra declararam que receberam o pagamento de seu trabalho em dinheiro vivo na sede da Argeplan, cuja origem será investigada pela Justiça. Segundo a PF, o valor total da reforma da casa da filha de Temer chegou a US$ 1 milhão e 300 mil. Como se sabe, a empresa teve vários contratos no tempo em que Michel Temer comandava a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo. Com Temer na Presidência, a Argeplan teve um contrato que está com irregularidades sendo investigadas na Operação Lava-Jato, no valor de R$ 162 milhões para executar serviços na usina nuclear Angra 3. Teremos realmente muitas emoções nas próximas semanas.

Minha campanha é 'O Brasil que eu não quero'

O Brasil que eu não quero é um país no qual um deputado federal estando preso seja autorizado a trabalhar durante o dia e à noite se recolha. O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luís Roberto Barroso, atendendo a uma solicitação do deputado João Rodrigues (PSC-SC) autorizou o mesmo a exercer seu mandato, O parlamentar está preso em regime semiaberto por determinação do STF por ter sido condenado a 5 anos e 3 meses pelo Tribunal Regional da 4ª Região (TRF-4) por fraude e dispensa de licitação quando era prefeito de Pinhalzinho, município catarinense. Tudo isso pode estar dentro da lei, mas não deixa de ser imoral que um condenado possa legislar e interferir na vida de cidadãos de bem. E tem mais um problema. Se o deputado de Santa Catarina achar pouco e entrar com um pedido de habeas corpus, há a possibilidade de o ministro Gilmar Mendes livrá-lo das atividades parlamentares, que só existem de terça a sexta-feira na parte da tarde, e ficar solto definitivamente.

11 de junho de 2018

Se ganhar a Copa, Tite para presidente da República

O mundo inteiro a partir de quinta-feira ficará ligado no começo da Copa da Rússia. A sucessão presidencial brasileira ficará no bando de reservas do noticiário. Depois do torneio da Fifa, com o Brasil vencendo ou perdendo, seremos forçados a suportar a realidade do fracasso político, econômico e institucional brasileiro. Em agosto, setembro, outubro e novembro, a campanha eleitoral volta a ser disputada, e espera-se que seja em clima bastante pesado. O ano de 2018 pode ser considerado como perdido, mesmo que o time do Tite seja hexacampeão. O ano de 2019 será de muita incerteza para quem chegar ao Palácio do Planalto, que terá de comandar que serão impopulares, como corte de despesas, aumento de impostos e de juros,Reforma da Previdência Ninguém se espante se o técnico Tite for escalado para uma missão quase impossível. Só que para isso, primeiro, ele tem obrigação de conquistar a Copa da Rússia. Ganhando, ele tem tudo para vencer no primeiro turno.