Comentários sobre política brasileira e outros temas polêmicos

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15 de novembro de 2015

O Brasil também espera solidariedade de Dilma contra barbáries

  • A presidente Dilma Rousseff enviou uma carta de solidariedade ao presidente da França, François Hollande, depois dos ataques que mataram mais de 120 pessoas em Paris, de acordo com o Palácio do Planalto. Na mensagem, Dilma chamou os atentatos terroristas de "covardes" e disse que o momento é de "choque e tristeza". A atitude de Dilma é positiva, pois desta vez ela não quer um diálogo com o Estado Islâmico, como propôs na ONU depois do ataque dos islamitas na França em janeiro deste ano, logo agora que o grupo radical Estado Islâmico reivindicou ontem a responsabilidade pelos ataques;
  • Dilma chegou na manhã deste sábado à Turquia e voltou a usar o Twitter para comentar os atentados na Europa. Ela disse que acompanha a situação de dois brasileiros que ficaram feridos após os ataques terroristas e ressaltou que os atos cometidos em Paris devem ser combatidos sem trégua, afirmando: "Acompanho a recuperação dos dois brasileiros feridos no bárbaro atentado terrorista em Paris. Fico feliz porque a jovem não teve maiores sequelas e desejo pronta recuperação ao rapaz ainda hospitalizado". Em seguida, Dilma se dirigiu ao presidente francês no Twitter e voltou a prestar solidariedade aos franceses. E disse: "Devemos combater sem trégua os atos hediondos cometidos em Paris. Reitero minha solidariedade ao presidente Hollande e ao povo francês";
  • Ontem, Dilma já havia usado sua conta no Twitter para manifestar que ficou consternada pela barbárie terrorista com o ocorrido em Paris, expressando seu repúdio à violência e manifestando sua solidariedade ao povo e ao governo franceses. Agora, Dilma tem que se manifestar solidária com os brasileiros vítimas das barbáries provocadas pela inflação, aumentos do preço de combustíveis e da tarifa de energia elétrica, pelos crimes contra o povo de Mariana e das cidades afetadas pela falta de fiscalização do governo petista de Minas Gerais, além dos roubos na Petrobras e na Eletrobras e outras falcatruas praticadas por seus 'companheiros'. Todos nós somos Paris, mas somos também Brasil.

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