Comentários sobre política brasileira e outros temas polêmicos

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27 de setembro de 2016

O ministro não disse nenhuma novidade. Operação tem toda semana

O grande argumento dos petistas e seus aliados contra a prisão de Antônio Palocci, ex-ministro de Lula e Dilma Rousseff é o fato de o ministro da Justiça Alexandre de Moares ter antecipado no último fim de semana que a Operação Lava-Jato dispararia uma nova operação esta semana, o que realmente ocorreu com e culminou com a detenção de Palocci e mais dois auxiliares diretos em São Paulo, com a trnasferência deles para a carceragem da Polícia Federal (PF) em Curitiba. Ele é acusado de se beneficiar de informação privilegiada. Tudo é nada mais que jogo de cena. Todos nós sabemos que políticos e empresários com propinas, "Caixa dois", lavagem de dinheiro e outros crimes investigados pela equipe comandada pelo Juiz Sérgio Moro vão dormir sobressaltados, se é que conseguem dormir. Quase toda segunda-feira um figurão político é preso. Os desmentidos são os de sempre. As últimas duas prisões de destaque foram "coincidentemente" de Guido Mantega e Antônio Paloscci, dois homens de grande poder nas equipes dos ex-presidente Lula e Dilma Rousseff e que foram responsáveis por arrecadação de impostos e também de dinheiro sujo;

Além dos dois figurões, certamente poderão aparecer brevemente os nomes de Erenice Guerra e Luciano Coutinho, que também andaram praticando "malfeitos" nas administrações petistas. A indagação que fazemos e sobre quem ainda não foi preso ou etá sendo investigado pela força-tarefa da Lava-Jato. É até engraçado vermos e ouvirmos Lula e Dilma sempre dizerem que não sabiam de nada. Isso nos leva a achar que se de nada sabiam, o que faziam no Palácio do Planalto? Ou foram negligentes, ou então coniventes. É o que parece. Outro fato que chama a atenção é o nível econômico dos líderes do Partido dos Trbalhadores (PT). Antônio Palocci, por exemplo, foi preso em sua mansão em Jardins, considerado como bairro nobre de São Paulo. Não ninguém da cúpula do PT, partido que se intitula defensor dos pobres, que more em algum bairro da periferia, nas comunidades. Dos pobres eles querem o votos das classe C e D para continuarem "metendo a mão" no dinheiro público enquanto pregam o socialismo iludindo a massa desinformada e enriquecendo. Para azar deles, surgiu o juiz Sérgio Moro com a Operação Lava-Jato para travar os assaltos aos cofres públicos.

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