Comentários sobre política brasileira e outros temas polêmicos

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21 de abril de 2017

Lula manda destruir provas. Pode isso, juiz Sérgio Moro? A regra é clara. Isso é crime!

Destruição de provas é obstruir a Justiça, e é considerada como crime. Em depoimento feito ontem ao juiz Sérgio Moro, o empreiteiro Léo Pinheiro, sócio da OAS confessou ter destruído provas referentes ao processo sobre a propriedade do tríplex da praia de Guarujá, cuja propriedade é atribuída ao ex-presidente Lula, que sempre nega, mas que cada vez mais fica evidente que o luxuoso apartamento pertence mesmo ao líder petista. O depoimento de Léo Pinheiro foi feito em delação premiada, quando o delator busca colaborar com a Justiça e é premiado com a redução de sua pena, mas pela lógica deveria acontecer o contrário, com o empreiteiro deveria ser preso por causa do crime cometido. Porém, há um complicador nisso tudo. Léo Pinheiro afirmou diante do magistrado que destruiu as provas a mando de Lula. Então, o ex-presidente, como mandante do crime, também deveria ir para trás das grades, independentemente de outras condenações que possam vir a acontecer por causa de outros processos a que ele responde. O agravante disso tudo é que os recentes depoentes – também executivos da Odebrecht dizem o mesmo – estão afirmando que a determinação de Lula ocorreu logo que teve início a Operação Lava-Jato e que uma matéria de “O Globo”, em 2010, falava do tríplex. O depoimento de Léo Pinheiro também confirma que sua empresa, além de ter pagado obras no tríplex também fez o mesmo no sítio de Atibaia, confirmando serem os dois imóveis de propriedade de Lula, para quem a situação ficou mais grave. A afirmação do ex-presidente da OAS a Sérgio Moro deixa muito mal que um dia se intitulou como “a alma mais honesta do país”: “Tudo foi pago com dinheiro de propina da Petrobras”. Com relação ao sítio de Atibaia há coisa muito mais grave, porque o advogado e amigo de Lula Roberto Teixeira se utilizou de dois funcionários da Odebrecht para forjar um documento sobre o valor e a propriedade do imóvel. Salvo engano, isso é crime de falsidade ideológica. Vamos aguardar para sabermos se Sérgio Moro vai agir de imediato, ou vai esperar o depoimento de Lula no dia 3 de maio.

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