Comentários sobre política brasileira e outros temas polêmicos

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18 de janeiro de 2011

Não teremos mais chuvas até 2015?

Se não chover até 2015, isso não se repetirá
Assistimos na TV reportagem com o ministro da Ciência e Tecnologia, Aluisio Mercadante, anunciando que o Governo Federal vai criar o Sistema Nacional de Alerta e Prevenção de Desastres Naturais. Trata-se de algo existente em muitos países e que evitam (ou minimizam) tragédias como a ocorrida na Região Serrana do Rio de Janeiro, que já contabiliza quase 700 mortes provocadas pelas chuvas. A notícia soaria como motivo de elogios à administração de Dilma Rousseff, que já tinha superado Lula ao visitar a área afetada pelos deslizamentos 48 horas depois do evento - como se sabe, Lula fugia desses locais. Em Santa Catarina, por exemplo, só apareceu por lá quase duas semanas depois das enchentes. No ocasião, logo foi anunciada a destinação de recursos federais da ordem de R$ 750 milhões;

A criação do tal Sistema Nacional de Alerta e Prevenção de Desastres Naturais viria numa boa hora, mesmo que há décadas isso seja necessário e ninguém tenha tomado tal iniciativa. Seria a hora de deixar de lado as divergências de lado e aplaudir o Governo Dilma Rousseff. Pura ilusão. Voltamos ao jogo midiático. Ao nosso ver, trata-se de pirotecnia. Qualquer país decente (já em atraso, como o Brasil) estaria correndo atrás de financiamento internacional para implantação do referido sistema no menir prazo possível. Mas aqui tudo é diferente. Quase morte de vergonha o ministro Mercadante informou que o melhoramento acontecerá daqui a quatro anos. Isso mesmo. Somente em 2015 o sistema estará totalmente ativado;

Caberá então a Dilma Rousseff entrar em contato com São Pedro e assinar um tratado estabelecendo que até 2015 não haverá chuvas aqui no Brasil. A grande dúvida fica por conta do histórico brasileiro de respeito a tratados. Esta aí o caso de Cesare Batistti para deixar qualquer morador em área de risco bastante preocupado. Da mesma forma que o Brasil desrespeita tratados, São Pedro pode também pensar da mesma forma.

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