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6 de maio de 2017

Celso de Mello não pode outra vez demonstrar ter menos saber jurídico do que Dias Toffoli

Hoje, todo mundo está aplaudindo dois ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin e Celso de Mello, por terem sido votos vencidos na decisão da 2ª Turma da Corte na votação do habeas corpus solicitando a soltura do ex-ministro da Casa Civil do então presidente Lula, José Dirceu, apesar de já condenado a 32 anos de cadeia em outro processo, além de responder a mais alguns. Quanto ao decano Celso de Mello, ao votar demonstrou elevado conhecimento jurídico, além do excelente uso da Língua Portuguesa. Entretanto, convém recordar atuação do magistrado, quando em 2013 seu voto decisivo desempatou a favor do acolhimento dos embargos infringentes contra uma decisão do STF que livrava os “mensaleiros” do crime de formação de quadrilha, fato que a cada delação se configura e confirma Lula com o grande chefe dessa gangue que assaltou os cofres da União, em especial o da Petrobras. É possível que se Celso de Mello naquele momento falasse menos bonito e tivesse votado como agora não passasse pelo dissabor de ser derrotado ao votar um parecer daquele que dos 11 ministros da Corte é conhecido como o de menor saber jurídico, Antônio Dias Toffoli, algo demonstrado nos dois concursos para juiz de Direito em que foi reprovado;

Ainda bem que o ministro Edson Fachin em conjunto com a presidente da Corte, ministra Cármem Lúcia, resolveram não mais encaminhar casos semelhantes para o trio de “ministros petistas” decidir, encaminhando-os ao plenário, fato que está provocando uma enorme chiadeira entre os “defensores” dos criminosos, tanto os do Supremo como os caríssimos advogados contratados, certamente honorários pagos com dinheiro proveniente de propinas. No mais, parece que os mais recentes depoimentos de empresários delatores estejam reforçando o elenco de questões que o juiz Sérgio Moro da Operação, Lava-Jato, levará para a audiência da próxima quarta-feira, em Curitiba. Lula certamente poderá se arrepender das gracinhas com ameaças de que poderá voltar ao poder, e mandar prender seus juízes e procuradores que o acusam. Ele deve começar a se preocupar com a dúvida sobre seu retorno ao seu apartamento que não é seu em São Bernardo, ou se ficará “hospedado” em Curitiba.

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