Comentários sobre política brasileira e outros temas polêmicos

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29 de dezembro de 2016

Parece que 2016 é um ano que não vai mesmo terminar no próximo dia 31

Dentro de aproximadamente dois dias e meio o calendário muda de 2016 para 2017, mas isso será apenas um detalhe automático. Alguns escritores deixaram para a posteridade frases nas quais diziam que determinado ano não havia terminado. É o que parece estar acontecendo com 2016. Pelo menos aqui no Brasil. O próximo ano indica que será uma continuidade do atual, a começar pelos políticos. Continuarão em Brasília deputados que tentarão mutilar o projeto anticorrupção e que aprovam projeto de renegociação de dívida dos estados sem contrapartidas. Nesse caso, o presidente Michel Temer diz que vetará, mas dá para acreditar nele? Com certeza o presidente do Senado Federal, Renan Calheiros (PMDB-AL), vai continuar não obedecendo ao Supremo Tribunal Federal (STF). Outros ministros perderão seus cargos por envolvimento de corrupção. Nos estados, veremos coisas incríveis sempre com o uso imoral de dinheiro público. Nos municípios, com novos vereadores e prefeitos, é certo que taremos casos como um dos últimos projetos aprovados pela Câmara Municipal do Rio de Janeiro, criando o "Dia do Anão" (nada contra eles, mas essa é muito forte);

Daí se conclui por quê existe tanta referência, e reverência também, à democracia, em especial da parte de políticos corruptos. Isso nos faz admitir com bastante segurança que a maioria deles é totalmente inútil e até mesmo nociva ao país. Já está passando da hora de sairmos às ruas para exigir a aprovação de uma Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que proma uma drástica redução do número de cargos eletivos, bem como a extinção do excesso de mordomias e outros ganhos nos contracheques dos ilustríssimos "representantes do povo", dinheiro sugado do bolso do povo através dos impostos mais elevados do mundo, para quem falta o devido retorno nos setores de Saúde, Educação, Segurança Pública e Transporte, além de uma elevada inflação e desemprego. Enquanto não é convocada mais uma manifestação nacional, o nosso grito tem de ser feito nas redes sociais, advertindo sempre aos parlamentares que em menos de dois anos teremos eleições gerais, e que teremos muito prazer em tirar o "emprego" de muita gente.

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