Comentários sobre política brasileira e outros temas polêmicos

Comentários sobre política brasileira e outros temas polêmicos

12 de março de 2013

'Representante' dos gays exagera na reação contra o deputado-pastor Marco Feliciano

  • Está chegando ao nível de intolerância as manifestações contra a indicação e eleição do deputado federal e pastor Marco Feliciano (PSC-SP) para a presidência da Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados sob o argumento de que ele teria feito pronunciamentos contra os homossexuais, além de outra com características de racismo em especial com relação aos negros. Em princípio, o parlamentar, como qualquer cidadão, tem o direito de ter opinião e também de divulgá-las. Quem se sentir ofendido, que procure a Justiça para punir quem o tenha ofendido. No caso  dos homossexuais e, como também fazem muitos líderes católicos, o deputado-pastor talvez tenha se baseado em preceitos bíblicos que condenam essa prática;
  • Acontece que a maior reação vem exatamente do deputado Jean Wyllys (PSOL-RJ), que se intitula representante dos gays na Câmara, apesar de ter obtido apenas 13 mil votos, mas favorecido pelo sistema proporcional de eleição para os legislativos no País. Essa 'representatividade' é totalmente falsa, ainda mais que somente na capital as paradas gays levam cerca de 2 milhões de adeptos às ruas, tornando sua 'mixaria' de votos um mero acaso da matemática eleitoral. Os direitos humanos que tanto o deputado como seus seguidores consideram usurpados com a presença de Marco Feliciano na Comissão de Direitos Humanos não é lavado em consideração pelo 'representante' gay, que defende a aprovação de lei punindo quem for contra, sob que princípio seja, da opção homossexual de homens e mulheres;
  • Em sua página do Twitter, Jean andou publicando mensagens dizendo que cristãos são doentes, homofóbicos, preconceituosos, violentos, ignorantes e fanáticos, e que ele se dedicará ainda mais a eliminar a influência do cristianismo na sociedade, enfatizando que seu mandato tem como foco a defesa dos interesses da militância gay e o combate a seus “inimigos”. Ele, que é membro da Frente Parlamentar LGBT (lésbicas, gays, bissexuais, transgêneros e travestis) no Congresso Nacional, aproveitou para convocar seus seguidores para se juntar a ele em sua guerra particular, angariando o apoio previsível de seus seguidores militantes da causa gay, e provocando a reação de inúmeros outros usuários da rede social, indignados com as ofensas do parlamentar aos cristãos e com seus ataques à liberdade de expressão, religião e comunicação;
  • Acontece que muita gente que não integra a mesma comunidade que Jean Wyllys diz representar também tem aderido às suas manifestações contrárias à sua eleição de Marco Feliciano para a presidência da comissão, como a  ocorrida na noite de domingo último, durante um culto religioso em Franca (SP), quando cerca de 150 pessoas se reuniram na noite de domingo em frente à Igreja Catedral do Avivamento em Franca para protestar contra o deputado, atitude estimulada por Jean e que fere claramente os direitos humanos, pois elas deveriam ocorrer em Brasília, onde o parlamentar exerce suas atividades. Apesar das pressões, hoje, a bancada do PSC deliberou seu apoio à manutenção do deputado no cargo, isso porque líderes partidários questionaram o líder do PSC, André Moura (SE), sobre a permanência do pastor, mas afirmaram que a decisão final deveria ser da legenda.Mas o partido decidiu mantê lo no cargo;
  • É bom nao acirrar o clima, mas mantendo o deputado-pastor sob observação, processando-o se for o caso. No entanto, Jean Wyllys não a pessoa indicada para essas contestações, pois ele também não passa de um intolerante que acha que só a opinião dele e que deva prevalecer. Pode baixar a bola, deputado. Quanto à escolha do deputado-pastor, espera-se o mesmo tipo de reação e manifestações para outras eleições na Câmara dos Deputados, principalmente a dos deputados João Paulo Cunha e José Genoino nada menos para a Comissão de Constituição e Justiça, um verdadeiro deboche do PT, haja vista serem os dois já condenados à pena de prisão como mentores do "mensalão do PT'. Essa foi demais!

2 comentários:

  1. abaixo a qualquer radicalismo.
    Salve a liberdade de reflexão.
    O meu direito termina no muro do vizinho.

    att
    gersonnserrano@gmail.com

    ResponderExcluir

Não saia do Blog sem deixar seu comentário