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24 de junho de 2016

Prisão de Paulo Renato provoca reações corporativistas

A prisão de Paulo Bernardo, ex-ministro de Lula e Dilma, provocou várias reações nas hostes do PT. Uns apelaram para o argumento de que uma operação de busca e apreensão na residência da senadora Gleisi Hoffman, esposa de Paulo Renato, seria ilegal porque estaria ferindo o direito dela a foro privilegiado. Por sua vez, sua companheira na "tropa de choque" de defesa de Dilma na comissão do impeachment, Vanessa Graziottin, apelou para o constrangimento da prisão do ex-senador em casa na presença dos filhos;
O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, foi cuidadoso ao determinar que a Polícia Federal (PF) não tocasse em nada da senadora, que não era alvo da operação, mas sim em documentos e computadores de Paulo Renato, que não tem direito a foro privilegiado. Também o PT reclamou do que chamou de ato desnecessário, sem ligação com a investigação, quando foi exatamente o financiamento de campanhas do partido que levou à prisão o seu terceiro ex-tesoureiro. Só sobre uma coisa nenhum petista se pronunciou: os 100 milhões de reais de dinheiro público desviados nos últimos 14 anos e que deixaram de ser aplicados em Saúde, Educação e principalmente em Segurança Pública. Fala serio!

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