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1 de maio de 2017

Reforma da Previdência: Pesquisa do Datafolha diz que 71% dos brasileiros são contrários

Uma pesquisa realizada pelo Instituto Datafolha revelou que sete em cada dez brasileiros se dizem contrários à reforma da Previdência. A rejeição entre os funcionários públicos chega a 83%. A taxa é alta entre mulheres (73%), brasileiros que recebem entre 2 e 5 salários mínimos (74%), jovens de 25 a 34 anos (76%) e os com ensino superior (76%). Apesar do índice de rejeição, a maioria dos entrevistados concordou com alguns tópicos que ainda estão em discussão no Congresso, como, por exemplo, as regras diferenciadas que permitem aos professores se aposentar cinco anos mais cedo do que outros trabalhadores. A proposta original do Governo previa que os requisitos para aposentadoria seriam os mesmos para todas as profissões, gêneros e setor de trabalho, com exceção de policiais militares estaduais e membros das Forças Armadas. No caso dos trabalhadores rurais, 52% dos brasileiros querem que eles continuem se aposentando mais cedo, condição também mantida no projeto do relator da reforma na Câmara, Arthur Maia (PPS-BA). A reforma da Previdência foi proposta pelo governo em dezembro de 2016, com a justificativa de que o envelhecimento da população brasileira tornará suas contas insustentáveis. O projeto atualmente em discussão na Câmara dos Deputados, que já sofreu alterações na proposta original do Governo, precisa ser aprovado por 60% dos deputados e dos senadores em duas votações para entrar em vigor. Foram feitas 2.781 entrevistas em 172 municípios pelo Datafolha em dias anteriores às manifestações da greve geral ocorridas na última sexta-feira.

30 de abril de 2017

Depois do PT e do PMDB, delações premiadas provocam dor de cabeça no PSDB

Definitivamente cai por terra aquela tese que o PT divulgava dizendo que a Operação Laja-Jato era seletiva com o único objetivo de impedir Lula de ser candidato à Presidência da República em 2018, acusando o juiz Sérgio Moro de imparcialidade. Gradativamente, isso foi se alterando na medida em que as investigações e as delações premiadas de ex-executivos foram acontecendo. Inicialmente, começaram a surgir denúncias graves contra políticos principalmente do PMDB. Agora, o leque se abriu e políticos do PSDB começaram a ficar preocupados. É que procuradores da Lava-Jato e os advogados da empresa Andrade Gutierrez estão começando os procedimentos para uma delação de dirigentes da empreiteira. O pior é que os tucanos que serão acusados são três cotados para concorrer ao cargo de presidente da República: Aécio Neves, que estaria envolvido com propinas na licitação da construção de uma hidroelétrica e no pagamento da construção da Cidade Administrativa de Minas Gerais; e José Serra e Geraldo Alckmin, com denúncias de propina na construção do Rodoanel e da Linha Amarela do metrô na capital paulistana. Em razão disso, os tucanos já estão à procura de nomes alternativos, entre os quais está o prefeito de São Paulo, João Doria, cujo nome já começa a aparecer em pesquisas de intenção de voto. Mas o PT também tem com o que se preocupar, porque ex-executivos da Gutierrez têm o que contar sobre a contratação do instituto de pesquisas Vox Populi na campanha de Dilma Rousseff. Então, passado o feriadão, é certo que teremos mais surpresas no noticiário politico.

29 de abril de 2017

Milhões fizeram ‘greve’ ontem, porque a violência os impediu de chegar aos locais de trabalho

“Foi a maior greve geral que nós já fizemos. O importante da paralisação foi o apoio da população”, disse Wagner Freitas, presidente da CUT. Anteriormente, dirigentes da Força Sindical divulgara nota afirmando que cerca de 40 milhões de trabalhadores cruzaram os braços ontem em apoio à greve. O presidente da Nova Central Sindical de Trabalhadores, Calixto Ramos, declarou: “O que sabemos é que foi uma paralisação total”. Uma greve pode ser considerada como tendo obtido êxito é quando todos os segmentos da sociedade paralisam suas atividades. A maior constatação de que a manifestação de ontem foi uma greve das centrais sindicais está nessas declarações de seus líderes, visto que agiram com coerção, impedindo que os não aderiram pudessem chegar aos seus locais de trabalho. É compreensível que muitos fecharam suas portas, exatamente porque seus funcionários não puderam chegar até lá. Falaram tanto em respeito às leis, especialmente às trabalhistas, mas feriram um dos maiores direitos estabelecidos na Constituição Federal, o de ir e vir. Junte-se a isso a violência praticada pelos sindicalistas ateando fogo nas pistas e bloqueando estações de metrô, trens, barcas, além de incendiarem ônibus, num verdadeiro atentado à ordem pública. Notória foi também a presença de homens de grande porte físico mascarados, como autênticos Black Blocks, certamente contratados pelas centrais sindicais para amedrontar quem quisesse contestá-los. Aliás, é de se estranhar que as polícias Federal, Militar, Civil e Rodoviária Federal e a Guarda Municipal praticamente só assistiam as cenas de violência e vandalismo, depois de longa demora a chegar aos locais de tumulto. E se a greve era anunciada havia tantos dias, por qual motivo não se anteciparam para impedir os bloqueios? Será que eles também estariam aderindo à grave? Não discutimos os prejuízos que a Reforma Trabalhista trará prejuízos para o, trabalhadores, que devem, sim, protestar, mas através e meios legais e pacíficos. No fundo, no fundo, sabemos que a principal razão das manifestações de ontem tiveram como principal motivo protestar contra o fim da Contribuição Sindical – contribuição é um ato voluntário, com obrigação, é mesmo um imposto –, algo que vai contribuir para o desemprego de milhares de pelegos sindicalistas.

28 de abril de 2017

Como ele bem gosta, Lula é motivo de notícias todos os dias, mesmo que sejam negativas

O juiz Sérgio Moro autorizou a Presidência da República que busque 21 itens que o ex-presidente Lula guardava em um cofre no Banco do Brasil, que foram erroneamente liberados para seu acervo pessoal. Segundo relatório produzido pela Secretaria de Administração da Presidência, como os itens foram recebidos por Lula em trocas de presentes com outros chefes de estado, deveriam ter sido incorporados ao acervo da Presidência e não ao seu acervo pessoal. Outros 155 itens poderão permanecer com Lula. “Agentes públicos não podem receber presentes de valor e quando recebidos, por ser circunstancialmente inviável a recusa, devem ser incorporados ao patrimônio público”, decidiu o juiz. Entre os itens que a Presidência pediu que retornassem ao acervo estão esculturas, uma coroa, três espadas e uma adaga. O próprio ex-presidente Lula classificou, em seu depoimento à Polícia Federal, que recebeu “tralhas” quando deixou a Presidência. O ex-presidente é acusado, em um dos processos em que é réu na Lava-Jato, sobre pagamentos feitos pela empreiteira OAS para o armazenamento de parte de seu acervo pessoal. O relatório produzido pela Secretaria de Administração baseia-se em um posicionamento do Tribunal de Contas da União (TCU), que afirma que presentes oferecidos pelo presidente da República a outros chefes de estado ou de governo estrangeiros são adquiridos com dinheiro dos cofres da União e, portanto, os presentes que recebe em troca também devem ser revertidos ao patrimônio da União. “Por outro lado, consignaram que os demais bens apreendidos, especialmente medalhas, canetas, insígnias, arte sacra, por terem caráter personalíssimo, devem ser considerados como acervo próprio do presidente da República”, afirmou Moro, determinando que os 21 bens sejam entregues à Presidência pelo Banco do Brasil, onde estão guardados. “Os bens deverão ser entregues pelo depositário à Secretaria de Administração da Presidência da República mediante termo”, finalizou.

Enquanto se discute se a greve a ‘vermelha’ ou não, a Lava-Jato mais complica Sérgio Cabral

Enquanto o povo fica discutindo sobre a greve, se é geral ou é do PT e da CUT, se Lula vai melhorar sua situação depondo diante do juiz Sérgio Moro, ou até se será preso na ocasião, quase não se fala sobre as complicações em que o ex-governador Sérgio Cabral andou se metendo ontem com as declarações do seu ex-secretário do Governo e braço direito Wilson Carlos. Interrogado ontem por Moro, ele afirmou que Cabral preferia manter o dinheiro em casa do que deixar em bancos. Como se sabe, ele é réu, ao lado do ex-governador, em ação penal sobre propina de R$ 2,7 milhões da Andrade Gutierrez a Sérgio Cabral sobre obras do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj). "Ao longo da minha vida sempre eu recorri a empréstimos para equilibrar meu orçamento doméstico, fosse em instituições bancárias ou mesmo em conhecidos, através de conhecidos", afirmou. Segundo a denúncia do Ministério Público Federal (MPF), Wilson Carlos era um dos controladores da conta-corrente de propina de Sérgio Cabral. A acusação da força-tarefa da Lava-Jato afirma que entre 13 de novembro de 2008 e 30 de março Wilson Carlos realizou 3 compras e quitou 26 faturas de cartão de crédito efetuando 61 pagamentos em espécie de vultosas quantias – cujos valores variaram entre R$ 1.450,00 e R$ 35 mil e somaram R$ 455.144,38. Moro questionou Wilson Carlos sobre a compra de uma embarcação Flexboat de R$ 264 mil por meio de depósitos bancários em espécie, sendo que 29 transações foram fracionadas em valores inferiores a R$ 10 mil. Moro questionou Carlos do porquê de o ex-secretário não ter convocado os amigos como testemunhas no processo. "Excelência, eu, na verdade, estabeleci com meus advogados que eu não quis trazer ninguém nem como testemunhas. Não quero expor ninguém, não vou citar o nome de ninguém", afirmou. O ex-secretário relatou que pagou os empréstimos aos poucos ia pagando em dinheiro. E disse: “É importante deixar claro, Excelência, eu sempre preferi ter meus recursos ao invés de deixar no banco, eu me senti sempre mais seguro desses”;


Como o dia de ontem não andava nada favorável a Sérgio Cabral, ele e sua mulher Adriana Ancelmo também estiveram frente a frente com Sérgio Moro. O ex-governador fluminense aproveitou a ocasião para dar uma demonstração de ser um excelente marido, isentando sua mulher de qualquer responsabilidade nas compras de joias de alto valor, roupas de grife (ternos de ate R$ 100 mil), automóveis de luxo importados, mesmo que no nome dela. E ainda foi sincero quando declarou: “Vossa Excelência tem ouvido aqui muitas observações a respeito de ‘Caixa 2’, sobras de campanha. Isso é um fato. É um fato da vida nacional. Reconheço esse erro. São recursos próprios e recursos de sobra de campanha. De ‘Caixa 2’. São com esses recursos, nada a ver com a minha mulher”. Por sua vez, Adriana Ancelmo  também foi bem clara quando afirmou: “Meu relacionamento é matrimonial, não econômico-financeiro”. O principal detalhe fica por conta de Sérgio Cabral, orientado por sua defesa, não responder diretamente a nenhuma pergunta formulada por Sérgio Moro, falando apenas quando seu advogado repetia os questionamentos do magistrado. Outro fato que ganhou destaque na imprensa e nas redes sociais foi a silhueta dele, dando a entender que a “gororoba” do restaurante de Bangu que ele hoje frequenta e mais indicada do que as cardápios dos restaurantes de Paris, onde a comida era tão apreciada por ele e seus amigos a ponto de depois dos caros jantares eles dançarem com guardanapos nas cabeças.

27 de abril de 2017

Pressão popular não é só nas ruas. As feitas nas redes sociais estão trazendo resultados

Está comprovado que não é totalmente necessário que se reúnam milhões de pessoas nas ruas para exigir uma ação positiva por parte dos políticos, inclusive dos corruptos. Não há nenhuma dúvida sobre a influência da pressão da opinião pública, através principalmente das redes sociais, que fez o Senado Federal aprovar a lei contra o abuso de autoridade, acatando o Projeto de Emenda Constitucional (PEC) de autoria do senador Álvaro Dias (PV-SP) e relatado pelo senador Randolfe Rodrigues (REDE-AP), cuja redação recebeu elogios do juiz Sérgio Moro e dos procuradores do Ministério Público Federal (MPF). Por causa do mesmo tipo de pressão popular, o senador Roberto Requião (PMDB-PR), relator da PEC original, que havia utilizado em entrevista palavras de baixo calão colegas contrários ao rigor que seu relatório apresentava, com riscos à continuidade da Operação Lava-Jato, também se curvou diante dos protestos vindo da opinião pública. Ontem, outra decisão importante foi a aprovação de uma PEC acabando com o famigerado foro privilegiado, atingindo nada menos que 35 mil beneficiários desta aberração. É certo que o Senado correu para tirar do Supremo Tribunal Federal (STF) os méritos da medida, pois a ministra Cármem Lúcia, presidente da Corte, anunciara que o STF iria decidir sobre o assunto, e já eram tidos como certos oito votos dos integrantes do colegiado. A PEC ainda terá que ser votada no Senado num segundo turno, seguindo depois para a Câmara dos Deputados, para passar também por duas votações. Se os deputados alteram o projeto aprovado pelo Senado, ele retorna à Casa para novas votações, mas  por causa da grande pressão popular é quase certo que os deputados não mexerão na PEC, pensando na reação do povo já prevista para acontecer nas eleições do ano que vem. Quem escapar da Lava-Jato antes do pleito terá grande dificuldade em se eleger. Então, é melhor não desafiar o eleitorado.

26 de abril de 2017

O depoimento de Lula parece novela mexicana, mas o Brasil espera de Moro o último capítulo

Diariamente somos surpreendidos com novos fatos, muitos deles alterando totalmente o que fora antes divulgado. Um desses diz respeito à data do depoimento do ex-presidente Lula ao comandante da Operação Lava-Jato, juiz Sérgio Moro. A última informação era que o depoimento marcado para o dia 6 de maio teria sido adiado para data ainda não divulgada pelo magistrado. Não é mais assim. O juiz não desmarcou nem disse que estabelecerá nova data. Temos que ficar na expectativa. Enquanto isso, a cúpula do PT anuncia que por mais que Sérgio Moro queira despistar para evitar as manifestações a favor de Lula durante a audiência, mas o partido e os chamados movimentos sociais estarão alertas para comparecerem a Curitiba e dar apoio ao seu principal líder. É bom que a data seja mantida, até porque o povo já está cansado. Todo mundo sabe que Lula negará tudo, apesar das evidências reveladas nas delações de executivos da Odebrecht e da OAS, sabendo-se que se forem falsas os delatores perderiam os benefícios acertados, que podem ser: diminuição da de um terço a dois terços; regime semiaberto; perdão judicial; e até extinção da pena. Como pode ainda existir pessoas que acreditam na inocência de Lula, mesmo que existam provas das acusações do seu envolvimento com a corrupção e seu rápido enriquecimento e de alguns familiares. Ou é gente muito inocente, ou então são pessoas esperneando por verem que suas “boquinhas” estão chegando ao fim. Na verdade, o Brasil espera que o juiz Sérgio Moro, que conhece como ninguém as táticas do PT, decida imediatamente sua sentença s favor do país. 

25 de abril de 2017

Para faturar dinheiro sujo, políticos e empresários sujam até seus familiares

Para montar a maior rede de corrupção nunca vista antes n a História do Brasil, os políticos e os empresários não tiveram nenhum escrúpulo para envolver familiares, até mesmo mães, esposas e filhos. O interesse principal sempre foi o enriquecimento ilícito. Transformaram parentes em laranjas. Valia tudo para meter a mão na grana. Até a masculinidade deles não era motivo de preocupação. Houve quem usasse meia-calça por baixo do respeitoso terno para esconder dinheiro vivo oriundo de propinas. Não é para ninguém se espantar, por exemplo, que a empreiteira Odebrecht pago 36 parcelas de R$ 547 mil ao ex-deputado Eduardo Cunha – é só converter os dólares em reais, com o dólar cotado hoje em cerca de R$ 3,15 – e teremos ideia sobre o volume de dinheiro colocado nas mãos de apenas uma pessoa. O ex-presidente Lula, por exemplo, providenciou dinheiro para um sobrinho, para seus filhos, e até uma mesada para um irmão que estava com sua empresa em dificuldades financeiras, e ainda arranjou uns contratos com o Governo para alavancar os negócios dele. Nunca pensou que todos estavam recebendo dele um péssimo exemplo. Com relação à mesada paga ao irmão que é chamado de Frei Chico, uma “merreca” de R$ 5 mil, ele não teve nenhum constrangimento de afirmar que não pediu nada a empreiteiro nenhum. Ele que nos fazer de idiotas. Dá para imaginar que o ex-presidente Marcelo Odebrecht, certo dia, ao acordar chama seu pai e diz que sentiu uma vontade imensa de ajudar o irmão do então presidente da República, só para ajudar ao homem, sem nada cobrar em troca.

Sérgio Moro adiou depoimento de Lula em 3 de maio, mas não remarcou para o dia 10. Por quê?

Diferentemente do que foi divulgado, o juiz Sérgio Moro, responsável pela Operação Lava-Jato, não remarcou para o dia 10 de maio que estava marcada para o dia 3 daquele mês. O magistrado atendeu a uma solicitação da Polícia Federal (PF) do Paraná, que alegou dificuldades para manter a ordem nas proximidades da 13ª Vara Criminal Federal, em Curitiba, porque o PT e entidades sindicais convocaram para a capital paranaense um evento alusivo ao Dia do Trabalho (1º de maio), mobilizando dezenas de milhares de militantes, que ficariam em Curitiba e promoveriam manifestações de apoio a Lula, com a provável contestação de pessoas contrárias ao líder petista, o que poderia chegar a níveis nada agradáveis e pondo em risco a segurança deles, de pessoas não participantes das manifestações, e até do próprio juiz Sérgio Moro. O fanatismo às vezes tira as pessoas do limite que seria tolerável. Sendo assim, é quase certo que a nova audiência seja marcada sem aviso prévio, não deixando margem para uma mobilização de manifestantes de qualquer lado. Surgiram especulações dando conta de que o juiz Moro poderá decretar a prisão de Lula a partir da possível confirmação de que ele tenha realmente mandado destruir provas, configurando crime de obstrução à Justiça. E, como se sabe, Lula quer de todos os modos fugir do encontro cara a cara com o comandante da Lava-Jato. Tanto é que ontem a defesa dele deu entrada num pedido ao ministro Edson Fachin para que reconsidere a sua decisão de mandar para Curitiba oito pedidos de investigação feitos pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, em que Lula é um dos alvos. Ele quer que as investigações sejam enviadas para Justiça Federal de Brasília ou de São Paulo. E toda essa movimentação se deve às últimas revelações feitas na deleção premiada do ex-sócio da empreiteira OAS, Léo Pinheiro. Por que tudo isso, Lula? Afinal, quem não deve, não teme. Ou você tem medo de que a verdade venha à tona e que sua imagem de “segunda alma mais honesta do mundo”, como você se proclama, caia por terra? Ainda bem que você deixa Jesus Cristo em primeiro lugar.

24 de abril de 2017

Líder do PT diz que Palocci pode provocar um terremoto entre empresários

O ex-ministro da Fazenda, Antônio Palocci, estaria disposto a revelar nomes, endereços e operações ao juiz Sergio Moro. Sobre isso, o deputado Carlos Zarattini (PT/SP), líder do PT na Câmara dos Deputados, declarou: “Não sabemos exatamente o que ele pretende, mas, com certeza, se ele falar sobre o que tem conhecimento, o Brasil vai sofrer um verdadeiro terremoto no meio empresarial”. O parlamentar petista faz referência ao “meio empresarial”. Realmente, muitos empresários ficaram em maus lençóis diante de alguns depoimentos, tanto que os maiores grupos da construção civil tiveram seus sócios encarcerados. Porém, há quem duvide que Antônio Palocci, ex-ministro de Lula e Dilma Rousseff, falaria apenas sobre empresários, como acredita a militância, que ele só fará referência ao que foi relatado pelo empreiteiro Marcelo Odebrecht. Pode ser que não. Segundo informações, ele deverá falar sobre Lula. Agora, é esperar para ver qual será a extensão desse terremoto anunciado.