Comentários sobre política brasileira e outros temas polêmicos

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26 de maio de 2016

Gritaria de senadores do PT não impedirá o 'tchau, querida'

Os petistas não desistem de brigar contra opinião pública. Com o início da fase de diligências e produção de provas contra e a favor do impeachment da presidente Dilma Rousseff na Comissão Especial do Senado, o PT retoma a tese de que o processo de impedimento de mandato foi baseado nas chamadas "pedaladas fiscais". O principal argumento dos senadores da oposição ao governo Michel Temer será a conversa gravada entre o senador Romero Jucá (PMDB-RR) e o ex-presidente da Transpetro, Sérgio Machado. Em gravação divulgada nesta segunda-feira, o então ministro do Planejamento afirma que a queda de Dilma ajudará a "estancar a sangria" da operação Lava-Jato. "Tem que mudar o governo para estancar essa sangria", disse Jucá, em março, sem saber que estava sendo gravado;
Os parlamentares petistas também pediram a suspensão do processo de impeachment no Senado. Para o senador Humberto Costa (PT-PE), os áudios divulgados pela imprensa deixam claro que o impeachment foi um golpe articulado somente para paralisar a Lava-Jato. “Nós sempre alertamos para essa tentativa suja de ruptura da ordem democrática liderada por corrompidos no Congresso, com apoio vergonhoso da elite empresarial e de grandes meios de comunicação”, afirmou Humberto. O documento diz: “não bastasse a gravidade em si de se ter um senador da República a operar, francamente, no sentido de lograr a obstrução da Justiça, ou, quiçá, a praticar tráfico de influência em face do que, potencialmente, poderia ser dito às autoridades pelo senhor Sérgio Machado, o que ainda se observa, prima facie, é a inominável forja de ambiência institucional e mobilização da opinião pública propícias a desestabilização e derrubada de um governo legítimo”.;
É sempre a mesma "tropa de choque" que tumultua as sessões do Senado, tanto da comissão especial do impeachment como as do plenário, tentando retardar a decisão final, muitas vezes aos gritos, mas é certo que os senadores, atendendo ao desejo de expressiva maioria do povo brasileiro demonstrado nas manifestações nas ruas, nas redes sociais e nas entrevistas feitas por institutos de opinião pública deverá votar pelo afastamento definitivo de Dilma Rousseff, que receberá "ordem de despejo" do Palácio do Planalto, do Palácio da Alvorada e da Granja do Torto, além de se tornar inelegível por oito anos, algo que ela gostará porque detesta política.

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