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20 de fevereiro de 2018

Intervenção com limitações é apenas marketing

Está bastante grande a expectativa sobre quais as ações que poderão ser executadas pelos militares das Forças Armadas durante a intervenção decretada pelo presidente Michel Temer. Uma alta patente do Exército disse que os militares são profissionais treinados para combater e eliminar o inimigo e não para fazer abordagem e solicitar documentos de pessoas e veículos. "Se alguém apontar uma arma para o soldado, sua reação é atirar primeiro, em sua legítima defesa pessoal ou até mesmo de terceiros. Se não quiser morrer, é só se render". Os militares querem licença para matar quem estiver com armas pesadas. Eles afirmam que a intervenção federal só terá êxito se os bandidos portando fuzis puderem ser eliminados. Se não for assim, tudo não passará de uma jogada de marketing para melhorar a imagem de Temer. "O criminoso com fuzil tem de ser tratado como um inimigo a ser aniquilado", enfatizou um general. Eles têm de ter licença para entrar em residências quando estiverem com mandado de prisão caso saibam que o bandido esteja escondido em alguma casa. Enquanto os contrários, apenas por ideologia, gritam que uma atitude mais enérgica pode levar riscos para os moradores, é lógico que o risco maior será certamente a presença de de um perigoso bandido dentro de casa.

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