A maior paixão dos brasileiros, o futebol, sofre influência dos políticos, para os quais a malandragem está sempre sendo utilizada. Infelizmente, jogadores, técnicos e também árbitros colaboram para estragar um espetáculo que leva milhares de torcedores. Hoje, nos estádios, os jogadores cometem faltas violentas, visíveis claramente não só pela plateia, mas por milhões de pessoas pela TV, que dispõe de inúmeras câmeras espalhadas no estádio. O faltoso aparenta não ter feito nada, e parte para cima do árbitro para reclamar, mesmo com o colega agredido recebendo atendimento médico. Na beira de campo, muitos técnicos fazem a mesma coisa. É para piorar, os árbitros não reagem contra as reclamações, e também fazem vista grossa quanto a violência em campo. Mas, tudo isso tem uma razão de ser: o mundo do futebol copia o que assiste no dia a dia, pois sabe que a malandragem sempre traz resultados em benefício deles.
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20 de julho de 2017
Dilma e Temer 'fazem o diabo' com o Brasil
"Feliz a nação cujo Deus é o Senhor", diz Salmo 33:12. Infelizmente, tal felicidade não está sendo observada no Brasil, em especial pelos dois últimos presidentes. Quando anunciou que iria concorrer à reeleição, quebrando o trato que tinha com Lula de abrir espaço para ele tentar ficar mais oito anos no cargo, a ex-presidente Dilma Rousseff disse que "faria o diabo" para vencer. Agora, para tentar salvar seu mandato, o presidente Michel Temer está "fazendo o diabo" ao gastar milhões de reais comprando votos de deputados para tentar livrá-lo da abertura da apreciação da denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR) de corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Assim, fica difícil o país se livrar de tanta desgraça. Deus castiga a nação de que Ele não seja o Senhor.
17 de julho de 2017
Dilma gasta viajando três vezes mais que os demais ex-presidentes
A maioria dos brasileiros não sabe que sustenta os gastos de
ex-presidentes da República, mesmo que algum deles tenham metido a mão em
dinheiro do Tesouro Nacional. Com certeza vai ficar mais admirado quando souber
que a ex-presidente Dilma gastou mais de R$ 520 mil em 2017 com assessores em
viagens pelo mundo para contestar e chamar de golpe o seu impeachment, valor
que significa o triplo do que gastaram juntos os seus antecessores. Quando
deixa a Presidência da República, o presidente que sai não perde parte dos
privilégios do cargo. Em 2011, na saída de Lila, passaram a ser cinco os
beneficiários pela medida: José Sarney, Fernando Collor, Itamar Franco,
Fernando Henrique Cardoso e o próprio Lula. Cada um deles têm à sua disposição
quatro servidores para atividades de segurança e apoio pessoal, dois veículos
oficiais com motoristas, e, ainda, outros dois assessores pessoais. Pela mesma
lei, um ex-presidente tem o direito de escolher qualquer pessoa para integrar o
seu quadro de funcionários em cargo de comissão e decidir se os motoristas e
seguranças andarão armados. Pela remuneração atual, os salários dos empregados
dos antigos ocupantes do Palácio do Planalto, custeados pela Casa Civil, vão de
R$ 2.100,00 a R$ 8.900,00. Apenas com o gasto em salários de seus oito
servidores, um ex-presidente custa mensalmente R$ 40.800,00 mil aos cofres
públicos. Em um ano, o pagamento dessas despesas – fora a manutenção e o
combustível dos carros – chega a R$ 489.600,00 mil;
Pra que se
tenha uma ideia deste absurdo, nos Estados Unidos, além de verba para gastos
com a transição, ex-presidentes recebem fundos para a instalação de um
escritório, que podem chegar a US$ 150 mil anuais (cerca de R$ 520 mil), e US$
1 milhão (aproximadamente R$ 3,5 milhões) anuais, destinados a viagens
internacionais relacionadas à condição de representante do governo americano.
Ex-presidentes recebem uma pensão anual superior a US$ 200 mil, que é
transmitida para a família, em caso de morte. Há casos de altruísmo, com o da
viúva de Ronald Regan, Nancy, que abriu mão da pensão presidencial.
Ex-presidentes têm direito a proteção do serviço secreto americano até o fim de
suas vidas. Embora não haja uma lei específica para antigos presidentes,
aqueles com mais de cinco anos de serviços prestados ao governo se qualificam
para os benefícios de saúde dos empregados federais (presidentes de um único
mandato estão excluídos). Eles têm ainda direito a um funeral com honras
militares.
Condenação de Lula não é motivo para espantar ninguém
Por que tanto espanto
com a condenação de Lula? Por tudo que tem sido divulgado nos últimos tempos,
ela era mais que esperada e desejada por aqueles que são vítimas dos
descalabros administrativos e das falcatruas cometidas por ele durante dois
mandatos de presidente da República e mais dois anos de Dilma Rousseff, o “poste”
que ele indicou como a grande “gerentona” para substitui-lo, mas que entre
outras coisas conseguiu levar o Brasil a viver crises econômica, política,
social e moral nunca antes vistas no país e que provocou o desemprego de 14
milhões de pessoas, tudo isso sob o comando de Lula, mesmo fora da Presidência.
O que não pode acontecer é o esquecimento disso tudo. E tem mais o detalhe de
que este é apenas um dos cinco processos pelos quais ele ainda responde. Foram
13 anos de institucionalização da corrupção. Tentando se mostrar como vítima do
juiz Sérgio Moro, o ex-presidente e seus advogados sempre repetem que Lula é
perseguido pelo magistrado que comanda a Operação Lava-Jato, que o condenou à
revelia, mesmo com o juiz demonstrando numa sentença com cerca de 200 páginas a
existência de provas documentais, testemunhais e periciais. Em sã consciência, não
dá para acreditar que Sérgio Moro daria uma sentença tão rigorosa condenando
uma figura conhecida em todo o mundo sem ter segurança de que seu trabalho possa
ser anulado por motivo de tantos erros. Certamente ele se preparou para os
recursos que os advogados de Lula certamente darão entrada no Tribunal Regional
Federal da 4ª Região (TRF-4). Daí o seu cuidado para que somente após o
pronunciamento do colegiado o ex-presidente Lula mude de residência, saindo de
seu apartamento – será que é mesmo dele? – em São Bernardo para uma cela em
Curitiba.
16 de julho de 2017
Reforma Política: Relator do PT altera projeto para beneficiar Lula
Como já dissemos aqui
várias vezes, os políticos brasileiros a cada dia batem o recorde mundial da
pouca vergonha. Não há outra definição para a proposta do deputado Vicente
Cândido (PT-SP) – tinha que ser um petista – de incluir no projeto da Reforma
Política, do qual é relator, uma nova regra impedindo a prisão de candidato,
mesmo que apenas presumível, num prazo de até oito meses antes das eleições,
alterando a regra atual que é de apenas 15 dias antes do pleito. A falta de
vergonha do parlamentar do PT é tão evidente quanto ao seu objetivo, tanto que
já estão chamando seu projeto de “emenda Lula”. A ideia é tirar proveito da
morosidade da Justiça em concluir o julgamento da sentença do juiz Sérgio Moro
condenando o ex-presidente Lula à prisão por 9 anos e 6 meses, que não poderia
ir para o xadrez. A preocupação de Vicente Cândido não é a inelegibilidade do
líder petista, mas sim que ela possa concorrer e, se eleito, criar problemas
jurídicos quanto à sua permanência no cargo;
Acontece que
parlamentares da comissão da Reforma Política criticaram a proposta do relator,
que divulgou na mídia sua ideia de alterar o Código Eleitoral
“coincidentemente” dois dias depois da sentença de Sérgio Moro. O deputado do
PT ainda teve a cara-de-pau de afirmar que em nenhum momento pensou em barrar o
processo e beneficiar Lula, soltando uma pérola ao dizer: "A regra não beneficia somente Lula e serve para qualquer um". A regra
serve mesmo para qualquer um, inclusive para bandidos que mesmo não sendo parlamentar
declare à Justiça Eleitoral que tem pretensão de concorrer nas eleições. Mesmo
condenado, o bandido fica solto, evitando praticar crimes. Outra coisa que pode
resultar deste projeto absurdo será a venda de vagas nas nominatas dos
partidos. Mas, não dá para que se admita existir maioria seque na comissão para
levar adiante tal absurdo. Vamos esperar, mesmo que levando em conta que do
atual Congresso Nacional tudo pode se esperar.
15 de julho de 2017
Troca-troca vergonhoso continuará na compra de votos na Câmara
O troca-troca de
integrantes da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados,
com uma descarada compra de votos pelo presidente Michel Temer através da
liberação de emendas parlamentares, que totalizaram mais de R$ 130 milhões para
rejeitar o pedido de abertura de processo de impeachment contra ele solicitado
pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, está provocando
manifestações de repulsa por parte de grande parte da população brasileira. Entre
os maiores críticos está o PT. Quando o interesse próprio está acima de
qualquer coisa, a memória costuma ter uma espécie de apagão. Quando começou a
se articular o impeachment da ex-presidente Dilma, ela se utilizou da mesma
prática, cabendo naquela oportunidade aos partidos de oposição fazer a mesma
coisa. Ministros que eram parlamentares eram exonerados por algumas horas,
reassumindo os cargos para votar a favor da então presidente. Da mesma forma
houve um grande pacote de bondades como a liberação das famigeradas emendas
parlamentares comprando votos. A CCJ é composta de 66 membros e bastava comprar
cerca de 40 votos, como ocorreu. O que deveria preocupar o povo é que o processo
vai ser decidido pelo plenário da Câmara, e agora Michel Temer terá que
garantir 172 votos e ele tem a caneta na mão para efetuar a compra de votos.
Para a oposição, a tarefa é mais difícil, porque precisa de 342 votos para dar
prosseguimento à tentativa de afastar Temer do cargo por pelo menos 180 dias. Se
isso for alcançado, não que dizer que essa gente está lutando pela moralidade
do comportamento dos políticos brasileiros, porque muitos estão contra Temer por
terem tido seus interesses pessoais contrariados. Resta ainda uma possibilidade
de ser até ultrapassado o total de 342 votos porque até agosto, na volta do
recesso, quando será votado o pedido na Câmara, os deputados vão ficar recebendo
recados de seus eleitores de que darão a devida resposta nas urnas nas eleições
de 2018.
13 de julho de 2017
Lula e Temer entram na História do país sob o manto da corrupção
O Brasil vive hoje momento inédito em sua História. Um ex-presidente da República acaba de ser condenado por corrupção passiva e o atual está sendo investigado também por corrupção. As dúvidas que pairam no ar nos dois casos são: O Tribunal Regional da 4ª Região (TRF-4) irá confirmar a condenação de Lula e ele se tornará inelegível? Quando isto irá acontecer? Ou nada disso acontecerá? Todo Brasil quer saber, tanto os que apoiam o líder petista como os que lhes são contrários. Uma enorme quantidade de juízes poderá ser chamada a interferir no assunto, num total de 14. Os magistrados da 8ª Turma do TRF-4 têm fama de terem a mão bastante pesada, principalmente em casos de corrupção, destacando-se o desembargador Gebran Neto relator do processo da Operação Lava-Jato do TRF-4 por ser bastante rigoroso, com elevado índice de pareceres recomendando a condenação dos réus. Além desses, também a 8ª Turma do Superior Tribunal de Justiça tem mais ministro para participar do processo. Quanto ao presidente Michel Temer, a situação aparenta ser mais tranquila porque na 2ª Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) estão os ministros Dias Toffoli, Ricardo Lewandowski, Celso de Mello e Gilmar Mendes, com o ministro Edson Fachin como relator, onde tudo pode acontecer pelo que já se conhece de alguns deles. Seja qual for o resultado final de tudo isso, mesmo com Lula podendo concorrer em 2018, a biografia dos dois terá sempre como primeiro capitulo as acusações de corrupção.
12 de julho de 2017
Finalmente saiu a primeira condenação do ex-presidente Lula
O
ex-presidente Lula foi condenado pela primeira vez no âmbito da Operação
Lava-Jato. Nesta quarta-feira, o juiz federal Sérgio Moro sentenciou Lula a 9
anos e 6 meses de prisão pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de
dinheiro no caso do tríplex do Guarujá. Agora, todas as atenções da defesa do
ex-presidente se voltam para o Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4),
onde são julgados os recursos dos réus de Curitiba. No dia 27 de junho, o TRF-4 derrubou uma
sentença de Moro livrando de uma pena de prisão de 15 anos e 4 meses o
ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto, acusado de corrupção passiva, lavagem de
dinheiro e associação criminosa. A sentença favorável a Vaccari é o fio de
esperança ao qual se agarra o ex-presidente. Ela vai tentar sensibilizar o
Tribunal a proferir sentença semelhante àquela dada ao ex-tesoureiro petista,
inocentado por conta de provas “insuficientes” e “baseadas apenas em delações premiadas”,
como descrito na sentença. Desde o começo da Lava-Jato, a turma vem derrubando
recursos em sequência e confirmando a maioria das decisões condenatórios vindas
da primeira instância, assinadas por Moro em Curitiba. Em alguns casos, as
penas são até mesmo aumentadas. No mesmo julgamento do ex-tesoureiro do PT, a
corte de segunda instância incrementou a pena do ex-diretor de serviços da
Petrobras Renato Duque, que era de 20 anos e 8 meses, para quase 44 anos. Caso
a sentença seja confirmada no TRF-4, Lula ficará inelegível por conta da lei da
Ficha Limpa, e será impedido de disputar as eleições de 2018. O
resultado representa o fim da linha para os réus da Operação Lava-Jato. Desde o
ano passado, o Supremo Tribunal Federal (STF) prevê que a condenação em segunda
instância já é suficiente para colocá-los na prisão, mesmo quando ainda existe
possibilidade de recursos. Um mês antes do julgamento que absolveu Vaccari,
numa tarde gelada e chuvosa de quarta-feira, uma sessão no TRF-4 mostrou-se
emblemática sobre o que espera a defesa de Lula nos próximos meses. Naquele
dia, o Tribunal apreciou o recurso do ex-deputado André Vargas (sem partido
desde 2014), cassado pelo envolvimento com o doleiro Alberto Youssef, paciente
zero da Lava-Jato. Vargas era filiado ao PT e ocupava o cargo de
vice-presidente da Câmara dos Deputados. Preso em Curitiba e condenado a 14
anos e 4 meses de reclusão pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de
dinheiro, ele pleiteava, naquela tarde, sua absolvição.
Imitando a Venezuela, senadoras do PT invadem mesa da Casa
Num momento em que os
políticos brasileiros estão com o prestígio perto de zero junto à opinião pública,
a patética atuação das senadoras tomando de assalto a mesa do presidente do
Congresso Nacional, senador Eunício Oliveira (PMDB-CE), durante cerca de oito
horas não ajudou em nada a melhorar o conceito dos representantes do povo –
legalmente é o que elas são por incrível que pareça –, imitando o que aconteceu
recentemente na Venezuela, que foi invadido por apoiadores do presidente
Nicolás Maduro, demonstraram que estavam submetidas a pressões externas. Coube
ao senador Lindbergh Farias (PT-RJ), ex-líder estudantil, a montagem da
pantomima ordenando que a senadora Fátima Bezerra (PT-RN) – é aquela que
durante as discussões sobre o impeachment da ex-presidente Dilma fez uma
declaração que entrou no folclore político do país: "Não
entendi nada, só sei que é GOPI!" – ordenando que ela permanecesse na cadeira do
presidente do Senado Federal quando já pretendia liberá-la. Tudo isso foi uma
tentativa para impedir que os senadores votassem o projeto da Reforma
Trabalhista, que acabou sendo aprovada com 50 votos favoráveis e 26 contrários
e uma abstenção. Além de Fátima Bezerra, também ocuparam a mesa as senadoras
Gleisi Hoffman (PT-PR), Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM), Regina Souza PT-PY), Ângela
Portela (PDT-RR) e Lídice da Mata (PSD-BA). O resultado da cena está sendo
criticado por parlamentares dos quase todos os partidos e o senador José
Medeiros (PSD-MT) protocolou no Conselho de Ética do Senado pedido de abertura
de processo para cassação do mandato das quatro senadoras e tomaram de assalto
a cadeira do senador Eunício Oliveira, que comandou a sessão que aprovou a Reforma
Trabalhista sentado em uma cadeira colocada em outro local do plenário.
11 de julho de 2017
A crise continuará com o povo votando errado mais uma vez
Diante do que
demonstram várias pesquisas, a maioria da população brasileira – são índices acima de 80% – quer a saída de Michel Temer
do cargo de presidente da República. No entanto, esta mesma maioria tem que
ficar atenta ao tamanho da lista dos que não podem ocupar o cargo, pois eles
teriam o mesmo destino de Fernando Collor de Melo, Dilma Rousseff e também de
Michel Temer. Foi demais deprimente ouvir aplausos de inúmeros parlamentares
integrantes da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados
quando o deputado Sérgio Zveiter (PMDB-RJ) concluiu a leitura de seu relatório
admitindo a aceitação da denúncia do procurador-geral da República, Rodrigo
Janot, acusando-o da prática de corrupção passiva com base na delação do
executivo da empresa J&S, Joesley Batista. Chega a ser engraçado assistir a
tanta euforia, pois a maior parte deles está envolvida com a Operação
Lava-Jato. Como a sessão da CCJ estava sendo mostrada ao vivo pela TV, quiseram
mostrar para o público uma imagem de arautos da moral e dos bons costumes políticos,
visto que daqui a poucos mais de um ano eles estarão sendo submetidos ao
julgamento do povo, nas eleições gerais de 2018. Portanto, cabe aos eleitores
prestar bastante atenção na hora de apertar a tecla “Confirma” da urna eletrônica.
Um voto errado poderá contribuir para a continuação dessa gente no cenário politico
do Brasil. Então, todo cuidado é pouco na escolha que fizermos.
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