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31 de julho de 2016

Rodrigo Maia lança Temer para 2018, e ele diz que não quer saber disso

O presidente Michel Temer comunicou hoje, por meio de nota oficial, que não pretende disputar a eleição presidencial de 2018. A nota de Temer foi expedida  depois de entrevista dada pelo presidente da Câmara, deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ), ao jornal "O Estado de S.Paulo", também neste domingo. “Fico honrado com a lembrança de meu nome como possível candidato em 2018. Mas reitero, uma vez mais, que apenas me cabe cumprir o dever constitucional de completar o mandato presidencial, se o Senado Federal assim o decidir. Não cogito disputar a reeleição”, disse Temer no fim da manhã de hoje;

Rodrigo Maia afirmou que se Temer for confirmado como presidente, após a etapa do impeachment de Dilma Rousseff, e seu governo chegar à reta final com 50% de avaliação entre bom e ótimo, "Ele é que será o candidato do nosso campo, quer queira, quer não", afirmou Maia. No comando da Câmara há menos de um mês, após a renúncia de Eduardo Cunha à Presidência da Casa, o deputado fluminense se antecipou ao possível descontentamento de Temer com as declarações: "Eu sei que ele vai brigar comigo por estar dizendo isso, mas, olhando o cenário de hoje, e projetando para 2018, o Michel vai ter dificuldade em negar esse pleito", disse o deputado do DEM, apostando que o presidente Temer venceria o ex-presidente Lula, que hoje é líder nas pesquisas de intenção de voto para o Planalto;

Tudo isso demonstra que o quadro político com vistas à sucessão presidencial poderá ser totalmente diferente de como estava há poucos meses, Os nomes que eram cotados para concorrer à Presidência da República poderão ser outros, como bem observou Rodrigo Maia. Em princípio, vamos acreditar em Michel Temer não será candidato em 2018. Porém, palavra de político nunca é definitiva, porque os fatos e as circunstâcias e os interesses podem fazer com que a nota do presidente poderá ser revogada a qualquer momento como se ele nada tivesse dito. Vamos dar tempo ao tempo e esperar para ver.

30 de julho de 2016

Projeto que cria cláusula de barreira pode moralizar as eleições

O excesso de partidos políticos - são 35 registrados no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), e 28 no Congresso Nacional - pode estar com seus dias contados. Um projeto de autoria dos senadores Aécio Neves (PSDB-MG) e Ricardo Ferraço (PMDB-ES) tem entre as propostas de reforma política estão a cláusula de barreira, que exigirá um percentual mínimo de votos tomando por base a votação da legenda em pelo menos 14 estados em todo o país, e o fim das coligações nas eleições proporcionais, evitando que um candidato se eleja por quem não votou nele nem no seu partido. Se estas modificações estivessem vigorando nas eleições de 2014, seria a redução de 11 dos 28 partidos que elegeram representantes naquele pleito. Outro efeito positivo do projeto dos dois senadores tucanos diz respeito à impossibilidade de compra de minutos e até segundos nos horários de propaganda eleitoral no rádio e na TV. O maior efeito será em relação ao Fundo Partidário, porque atualmente um partido não necessita eleger inguém para ter acesso ao dinheiro público destinado à formação o Fundo;

Hoje, quando um partido é registrado pelo TSE nada impede que sua Comissão Executiva seja formada por uma única família, quando só Deus sabe que é a destinação dos recursos do Fundo Partidário. O projeto de Aécio e Ferraço resslva que os eleitos por partidos que não alcançarem o desempenho mínimo proposto poderiam migrar para outra legenda sem o risco de perder o mandato. Se esse tipo de parlamenar quiser poderá continuar filiado ao partido pelo qual se elegeu, mas sem alguns direitos como ser líder dele mesmo, quando for o único que tenha sido eleito. Atualmente, o parlamentar nesta condição de dois gabinetes e demais mordomias inerentes à liderança. Como exemplo da orgia com o dinheiro do Fundo Partidário podemos destacar o PRTB (Partido Renovador Trabalhista Brasileiro), do sempre candidato à Presidência da República Levy Fidelix, que com apenas um deputado recebe anualmente R$ 4,3 milhões. Ele obviamente está tentando formar uma frente de pequenos partidos para impedir que o projeto seja aprovado, decretando o fim de mais de uma dezena de agremiações. Os grandes partidos enxergam um reforço em seus caixas, uma vez que não podem mais receber doações de empresas. Melhor que seja assim.

29 de julho de 2016

Recurso de Lula à ONU prova que ele morre de medo de Sérgio Moro

A Organização das Nações Unidas (ONU) confirmou que recebeu a denúncia do ex-presidente Lula contra o Brasil, mais especificamente contra o juiz Sérgio Moro, que comanda a Operação Lava-Jato e que pode a qualquer momento decretar a prisão do líder maior do PT. Entretanto, a instituição alertou que o processo pode levar pelo menos dois anos para ser concluído e que existe uma fila de casos pendentes de mais de 500 outras pessoas. A denúncia foi apresentada ao Comitê de Direitos Humanos, e os funcionários do escritório da ONU vão examinar a petição, fazer um resumo legal e enviar aos membros do Comitê para avaliação que, vão decidir se o caso pode ser registrado, conforme informou a assessoria. Um dos critérios será verificar se todas as hipóteses legais foram esgotadas. Se for registrado, o caso entra como os pendentes no Comitê. A entidade se reúne três vezes por ano, com cerca de 40 casos em cada encontro. Existe a possibilidade de que um caso ganhe prioridade, mas somente se for de expulsão de um país ou alguém que esteja no corredor da morte;

Tudo isso demonstra o medo que Lula tem de encarar Sérgio Moro, depondo na Lava-Jato e tendo que explicar suas inúmeras participações em desvios de dinheiro da Petrobras, transferências e depósitos em contas no exterior, tendo também que comprovar o elevado aumento de seu patrimônio e de seus familiares. Além de expor ao ridículo o Poder Judiciário do Brasil, ele dá a entender que no país a Justiça funciona como nos países governados por ditadores. Em razão dessa jogada de marketing de Lula, juízes, juristas e comentaristas políticos chamam a atenção de Lula pelo fato de que ele pulou várias etapas para se defender daquilo que chama de quebra de seu direito de defesa. Até chegar no Comitê de Direitos Humanos da ONU, o ex-presidente pode recorrer ao Tribunal Regional Federal (TRF) sediado em Porto Alegre ao qual Sérgio Moro está vinculado; ao Superior Tribunal de Justiça (STJ); e finalmente ao Supremo Tribunal Federal (STF). Em todas essas instâncias, caso lhe sejam contrárias as sentenças ele pode pedir reconsideração. Enfim, Lula acaba de mais uma vez dar um tiro no pé, demonstrando à opinião pública que morre de medo de encarar Sérgio Moro.

28 de julho de 2016

Incentivar agressões no revezamento da Tocha Olímpica é 'pagar mico'

O revezamento da Tocha Olímpica em Angra dos Reis (RJ), na noite de ontem, foi interrompido por protestos de moradores no bairro de Japuíba e no centro da cidade. A passagem da tocha foi, inicialmente, interrompida em Japuíba e, depois, retomada no centro da cidade, onde uma nova manifestação encerrou de vez o roteiro de ontem. Uma festa no centro da cidade também foi cancelada. Um vídeo publicado no perfil social do grupo Mídia Ninja mostra as pessoas envolvidas no revezamento sendo escoltadas pela Força Nacional de Segurança para um ônibus, enquanto são vaiadas por manifestantes. Policiais militares usaram bombas de efeito moral para conter o protesto. Qualquer tipo de manifestação popular é bem vinda, pois trata-se de um direito garantido pela nossa Constituição. Mas, uma coisa não pode ser aceita: o vandalismo;
É inconcebível que após as manifestações de Angra dos Reis apareçam nas redes sociais pessoas incentivando a mesma prática nas próximas cidades por onde passará o revezamento da tocha olímpica. Mais triste é sabermos que muitos desses incentivadores soltaram fogos festejando a escolha do Rio de Janeiro para sediar a Olimpíada. Os protestos deveriam ser feitos desde aquela ocasião, porque desde então já se sabia que no Brasil já havia outras prioridades para serem objeto de investimento por parte do Poder Público, em especial a capital do Estado. O boicote seria uma forma mais educada de protesto, num momento em que todo o mundo está olhando para o Brasil. Não tem cabimento a história de jogar água na tocha ou pedras nos participantes do revezamento, do qual participam, na maioria, pessoas com história nos esportes, além de idosos e crianças entre os que assistem o evento. A melhor forma de se protestar é após os Jogos exigir imediatamente a responsabilização daqueles que fizeram gastos excessivos em obras mal feitas. "Pagar mico" já tem gente demais fazendo isso. O que não pode é passar para o mundo uma imagem de povo sem educação, algo que não é característica dos cariocas. 

27 de julho de 2016

'Terroristas amadores'? Nossas autoridades fazem muito mais estragos

Tem gente que está torcendo pelo sucesso da Olimpíada Rio 2016, não concordando com aqueles que estão apostando no fracasso, fazendo campanha para boicote às competições e alguns aloprados sugerindo apagar a chama olímpica, uma das mais antigas praxes para os dias que antecedem a abertura dos Jogos, quando a tocha chega às mãos daquele que a conduzirá para acender a pira olímpica ficando acesa até o dia do encerramento do evento. No entanto, como se não bastasse as mancadas de autoridades apavorando as pessoas com possível ameaça de terroristas amadores agir em locais de competição. Mas o maior terrorismo já foi praticado pelo prefeito Eduardo Paes ao debochar dos australianos quando se recusaram a ocupar os apartamentos que estavam cheios de problemas que impediam a ocupação dos mesmos. A Prefeitura não acompanhou o andamento das obras, não conferiu a conclusão delas e se apressou em inaugurá-las para tocar trombetas com objetivos eleitoreiros;
O que chama atenção é a constatação de que não se ouve falar em apuração das responsabilidades pelos fatos que serviram para arranhar a imagem à realização dos Jogos e da cidade-sede do maior evento esportivo do mundo, que reune mais de 15 mil atletas de 206 países. Um detalhe, no entanto, se destaca, que é serem os projetos de responsabilidade das empresar Carvalho Hosken e Oldebrecht, acostumadas a realizarem obras para governosm que também não têm acompanhamento. fiscalização e entregues de qualquer jeito, e quase sempre superfaturadas gerando propinas para um leque de beneficiados. Vemos, então, que esses terroristas são mais perigosos que os amadores, e já causaram inestimáveis prejuízos, Será que alguém será preso. 

26 de julho de 2016

Autoridade 'pagar mico' é costume federal, estadual e agora municipal

Parece que está institucionalizada a técnica de polítitco falar besteira quando o melhor era ficar de boca fechada. Já tivemos autoridades federais e estaduais dizendo sandices e agora essa prática nefasta chegou à esfera municipal com a performance do prefeito carioca, Eduardo Paes, reagindo à reclamação da delegação da Austrália sobre o mau estado dos apartamentos da Vila Olímpica, logo ele o anfitrião da cidade que é sede da Olimpíada Rio 2016. Sua afirmação sobre a colocação de cangurus em frente ao prédio de onde se retiraram por causa da total condição de hospedagem foi de uma indelicadeza sem limites. Tenha tenha sido mais devastadora do que aquela sobre a qualidade de Maricá naquela famosa gravação de uma conversa dele com o ex-presidente Lula. No caso da cidade turística do Estado do Rio de Janeiro, a repercussão ficou por aqui mesmo, mas relativamente aos australianos, a descortezia foi repercutida pela mídia do principais veículos de comunicação da Europa, dos Estados Unidos e da América do Sul;
Se não tivesse falado besteira, afirmando que colocaria cangurus na porta das acomodações dos australianos para se sentirem em casa, o prefeito Eduardo Paes não teria merecido a dura resposta de Kitty Chiller, chefe da delegação da Austrália: "Não precisamos de canguru, precisamos de um encanador". A declaração do alcaide carioca foi debochada, ofensiva e imperdoável. Se fosse tão mal educada quanto Eduardo Paes Kitty Chiller poderia sugerir que o prefeito colocasse macacos e micos em frente às acomadações da delegação brasileira, que deve estar acostumada com as constantes demonstrações de preconceito que ocorrem pelo mundo destinadas a atletas do Brasil. Imaginem uma deboche desse direcionado aos argentinos, que também encontraram falhas nos apartamentos a eles destinados, mas foram bastante educados. Eduardo Paes já "baixou a bola", no que foi acompanhado pela dirigente australiana;
Mas, no final das contas, o episódio serviu para confirmar o que diariamente ocorre com obras públicas no Brasil. Não há fiscalização pelas autoridades responsáveis e a pressa de inaugurar e "tocar trombetas" é marca registrada do país. E o superfaturamento para gerar propinas é outro costume que não tem fim. Já foi assim com os Jogos Panamericanos de 2007, a Copa do Mundo de 2014. Para a Olimpíada Rio 2016 não seria diferente. Alguém será preso por isso? Quem acredita em Papai Noel, Saci Pererê, Mula-sem-cabeça e Coelhinho da Páscoa pode cotinuar esperando que isso venha a acontecer.

Autoridade 'pagar mico' é costume federal, estadual e agora municipal

Parece que está institucionalizada a técnica de polítitco falar besteira quando o melhor era ficar de boca fechada. Já tivemos autoridades federais e estaduais dizendo sandices e agora essa prática nefasta chegou à esfera municipal com a performance do prefeito carioca, Eduardo Paes, reagindo à reclamação da delegação da Austrália sobre o mau estado dos apartamentos da Vila Olímpica, logo ele o anfitrião da cidade que é sede da Olimpíada Rio 2016. Sua afirmação sobre a colocação de cangurus em frente ao prédio de onde se retiraram por causa da total condição de hospedagem foi de uma indelicadeza sem limites. Tenha tenha sido mais devastadora do que aquela sobre a qualidade de Maricá naquela famosa gravação de uma conversa dele com o ex-presidente Lula. No caso da cidade turística do Estado do Rio de Janeiro, a repercussão ficou por aqui mesmo, mas relativamente aos australianos, a descortezia foi repercutida pela mídia do principais veículos de comunicação da Europa, dos Estados Unidos e da América do Sul;
Se não tivesse falado besteira, afirmando que colocaria cangurus na porta das acomodações dos australianos para se sentirem em casa, o prefeito Eduardo Paes não teria merecido a dura resposta de Kitty Chiller, chefe da delegação da Austrália: "Não precisamos de canguru, precisamos de um encanador". A declaração do alcaide carioca foi debochada, ofensiva e imperdoável. Se fosse tão mal educada quanto Eduardo Paes Kitty Chiller poderia sugerir que o prefeito colocasse macacos e micos em frente às acomadações da delegação brasileira, que deve estar acostumada com as constantes demonstrações de preconceito que ocorrem pelo mundo destinadas a atletas do Brasil. Imaginem uma deboche desse direcionado aos argentinos, que também encontraram falhas nos apartamentos a eles destinados, mas foram bastante educados. Eduardo Paes já "baixou a bola", no que foi acompanhado pela dirigente australiana;
Mas, no final das contas, o episódio serviu para confirmar o que diariamente ocorre com obras públicas no Brasil. Não há fiscalização pelas autoridades responsáveis e a pressa de inaugurar e "tocar trombetas" é marca registrada do país. E o superfaturamento para gerar propinas é outro costume que não tem fim. Já foi assim com os Jogos Panamericanos de 2007, a Copa do Mundo de 2014. Para a Olimpíada Rio 2016 não seria diferente. Alguém será preso por isso? Quem acredita em Papai Noel, Saci Pererê, Mula-sem-cabeça e Coelhinho da Páscoa pode cotinuar esperando que isso venha a acontecer.

Autoridade 'pagar mico' é costume federal, estadual e agora municipal

Parece que está institucionalizada a técnica de polítitco falar besteira quando o melhor era ficar de boca fechada. Já tivemos autoridades federais e estaduais dizendo sandices e agora essa prática nefasta chegou à esfera municipal com a performance do prefeito carioca, Eduardo Paes, reagindo à reclamação da delegação da Austrália sobre o mau estado dos apartamentos da Vila Olímpica, logo ele o anfitrião da cidade que é sede da Olimpíada Rio 2016. Sua afirmação sobre a colocação de cangurus em frente ao prédio de onde se retiraram por causa da total condição de hospedagem foi de uma indelicadeza sem limites. Tenha tenha sido mais devastadora do que aquela sobre a qualidade de Maricá naquela famosa gravação de uma conversa dele com o ex-presidente Lula. No caso da cidade turística do Estado do Rio de Janeiro, a repercussão ficou por aqui mesmo, mas relativamente aos australianos, a descortezia foi repercutida pela mídia do principais veículos de comunicação da Europa, dos Estados Unidos e da América do Sul;
Se não tivesse falado besteira, afirmando que colocaria cangurus na porta das acomodações dos australianos para se sentirem em casa, o prefeito Eduardo Paes não teria merecido a dura resposta de Kitty Chiller, chefe da delegação da Austrália: "Não precisamos de canguru, precisamos de um encanador". A declaração do alcaide carioca foi debochada, ofensiva e imperdoável. Se fosse tão mal educada quanto Eduardo Paes Kitty Chiller poderia sugerir que o prefeito colocasse macacos e micos em frente às acomadações da delegação brasileira, que deve estar acostumada com as constantes demonstrações de preconceito que ocorrem pelo mundo destinadas a atletas do Brasil. Imaginem uma deboche desse direcionado aos argentinos, que também encontraram falhas nos apartamentos a eles destinados, mas foram bastante educados. Eduardo Paes já "baixou a bola", no que foi acompanhado pela dirigente australiana;
Mas, no final das contas, o episódio serviu para confirmar o que diariamente ocorre com obras públicas no Brasil. Não há fiscalização pelas autoridades responsáveis e a pressa de inaugurar e "tocar trombetas" é marca registrada do país. E o superfaturamento para gerar propinas é outro costume que não tem fim. Já foi assim com os Jogos Panamericanos de 2007, a Copa do Mundo de 2014. Para a Olimpíada Rio 2016 não seria diferente. Alguém será preso por isso? Quem acredita em Papai Noel, Saci Pererê, Mula-sem-cabeça e Coelhinho da Páscoa pode cotinuar esperando que isso venha a acontecer.

Autoridade 'pagar mico' é costume federal, estadual e agora municipal

Parece que está institucionalizada a técnica de polítitco falar besteira quando o melhor era ficar de boca fechada. Já tivemos autoridades federais e estaduais dizendo sandices e agora essa prática nefasta chegou à esfera municipal com a performance do prefeito carioca, Eduardo Paes, reagindo à reclamação da delegação da Austrália sobre o mau estado dos apartamentos da Vila Olímpica, logo ele o anfitrião da cidade que é sede da Olimpíada Rio 2016. Sua afirmação sobre a colocação de cangurus em frente ao prédio de onde se retiraram por causa da total condição de hospedagem foi de uma indelicadeza sem limites. Tenha tenha sido mais devastadora do que aquela sobre a qualidade de Maricá naquela famosa gravação de uma conversa dele com o ex-presidente Lula. No caso da cidade turística do Estado do Rio de Janeiro, a repercussão ficou por aqui mesmo, mas relativamente aos australianos, a descortezia foi repercutida pela mídia do principais veículos de comunicação da Europa, dos Estados Unidos e da América do Sul;
Se não tivesse falado besteira, afirmando que colocaria cangurus na porta das acomodações dos australianos para se sentirem em casa, o prefeito Eduardo Paes não teria merecido a dura resposta de Kitty Chiller, chefe da delegação da Austrália: "Não precisamos de canguru, precisamos de um encanador". A declaração do alcaide carioca foi debochada, ofensiva e imperdoável. Se fosse tão mal educada quanto Eduardo Paes Kitty Chiller poderia sugerir que o prefeito colocasse macacos e micos em frente às acomadações da delegação brasileira, que deve estar acostumada com as constantes demonstrações de preconceito que ocorrem pelo mundo destinadas a atletas do Brasil. Imaginem uma deboche desse direcionado aos argentinos, que também encontraram falhas nos apartamentos a eles destinados, mas foram bastante educados. Eduardo Paes já "baixou a bola", no que foi acompanhado pela dirigente australiana;
Mas, no final das contas, o episódio serviu para confirmar o que diariamente ocorre com obras públicas no Brasil. Não há fiscalização pelas autoridades responsáveis e a pressa de inaugurar e "tocar trombetas" é marca registrada do país. E o superfaturamento para gerar propinas é outro costume que não tem fim. Já foi assim com os Jogos Panamericanos de 2007, a Copa do Mundo de 2014. Para a Olimpíada Rio 2016 não seria diferente. Alguém será preso por isso? Quem acredita em Papai Noel, Saci Pererê, Mula-sem-cabeça e Coelhinho da Páscoa pode cotinuar esperando que isso venha a acontecer.

Autoridade 'pagar mico' é costume federal, estadual e agora municipal

Parece que está institucionalizada a técnica de polítitco falar besteira quando o melhor era ficar de boca fechada. Já tivemos autoridades federais e estaduais dizendo sandices e agora essa prática nefasta chegou à esfera municipal com a performance do prefeito carioca, Eduardo Paes, reagindo à reclamação da delegação da Austrália sobre o mau estado dos apartamentos da Vila Olímpica, logo ele o anfitrião da cidade que é sede da Olimpíada Rio 2016. Sua afirmação sobre a colocação de cangurus em frente ao prédio de onde se retiraram por causa da total condição de hospedagem foi de uma indelicadeza sem limites. Tenha tenha sido mais devastadora do que aquela sobre a qualidade de Maricá naquela famosa gravação de uma conversa dele com o ex-presidente Lula. No caso da cidade turística do Estado do Rio de Janeiro, a repercussão ficou por aqui mesmo, mas relativamente aos australianos, a descortezia foi repercutida pela mídia do principais veículos de comunicação da Europa, dos Estados Unidos e da América do Sul;
Se não tivesse falado besteira, afirmando que colocaria cangurus na porta das acomodações dos australianos para se sentirem em casa, o prefeito Eduardo Paes não teria merecido a dura resposta de Kitty Chiller, chefe da delegação da Austrália: "Não precisamos de canguru, precisamos de um encanador". A declaração do alcaide carioca foi debochada, ofensiva e imperdoável. Se fosse tão mal educada quanto Eduardo Paes Kitty Chiller poderia sugerir que o prefeito colocasse macacos e micos em frente às acomadações da delegação brasileira, que deve estar acostumada com as constantes demonstrações de preconceito que ocorrem pelo mundo destinadas a atletas do Brasil. Imaginem uma deboche desse direcionado aos argentinos, que também encontraram falhas nos apartamentos a eles destinados, mas foram bastante educados. Eduardo Paes já "baixou a bola", no que foi acompanhado pela dirigente australiana;
Mas, no final das contas, o episódio serviu para confirmar o que diariamente ocorre com obras públicas no Brasil. Não há fiscalização pelas autoridades responsáveis e a pressa de inaugurar e "tocar trombetas" é marca registrada do país. E o superfaturamento para gerar propinas é outro costume que não tem fim. Já foi assim com os Jogos Panamericanos de 2007, a Copa do Mundo de 2014. Para a Olimpíada Rio 2016 não seria diferente. Alguém será preso por isso? Quem acredita em Papai Noel, Saci Pererê, Mula-sem-cabeça e Coelhinho da Páscoa pode cotinuar esperando que isso venha a acontecer.