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31 de maio de 2016

Fraudes no Bolsa Família dão prejuízo de quase 3 bilhões

O Ministério Público Federal (MPF) dá razão àqueles querem travar suas atividades, a começar pelas várias tentativas de bloqueio da Operação Lava-Jato e em especial políticos e empresários que querem sair da alça de mira do juiz Sérgio Moro e seus companheiros da Polícia Federal (PF). Como todos os dias há um novo escândalo, o de agora diz respeito o Bolsa Família. Num primeiro levantamento, o MPF descobriu um pacote de fraudes no programa carro-chefe dos governos petistas um prejuízo de R$ 2,6 bilhões aos cofres da União. São mais de um milhão de fraudes com pessoas recebendo benefício indevidamente. São 585 mil servidores públicos federais, estaduais e municipais que obviamente ganham salários superiores aos R$ 154,00 que habilita alguém a fazer parte do programa. Não foi coincidência o relatório constatar que 900 mil doadores para a campanha de reeleição de Dilma e de outros candidatos do PT e seus aliados sejam de empresas enroladas na Lava-Jato;

O "controle" do antigo Ministério do Desnvolmiento Social sobre a Bolsa Família ea tão bem feito foi constatou-se que o benefício era pago a nada menos que 49 pessoas mortas e ainda mais 39 mil para portadores de dois CPFs. O que dizer de 318 mil eram donos de empresas, que com certeza não estão abaixo da linha de pobreza. Vai ser quase impossível o Ministério Público deixar esse fato passar incólume. O certo é que com a continuação do levantamento seja constatado que o prejuízo será será bem maior. Resta sabermos se a Justiça vai dar andamento ao enquadramento de Lula e Dilma nessas falcatruas, pois foram comandadas por eles. Não vamos deixar de cobrar e também nos esquecer disso tudo ficando focados no novo escândalo que certamente ocorrerá.

30 de maio de 2016

O povo não suporta mais tantos 'malfeitos' dos políticos

A avalanche de denúncias que acontece a toda hora nas deleções premiadas na Operação Lava-Jato que tomam conta do noticiário nos faz pensar que está na hora de ser feita uma ampla reforma no sistema político brasileiro. A presidente Dilma está afastada por causa das falcatruas praticadas sob sua conivência, no que é considerado como o maior caso de corrupção da história do Brasil ligada ao Governo e comanadado dizem juristas e comentaristas politicos. Do jeito que a coisa está andando, pode chegar a hora de o presidente Michel Temer também ser o alvo de manifestações de rua com pedidos de seu impeachment. Além de conseguir êxito nas medidas econômicas que está programando, Michel Temer precisará obter apoio popular e político no Congresso. Na realidade, o quadro político brasileiro está deteriorado, com poucas exceções. Somente uma renovação geral poderá proporcionar a volta da credibilidade aos representantes do povo. O que mais se vê em cada nova revelação o povo fica sabendo que os políticos só pensam neles próprios;

Não é sem motivo que começa a surgir na redes sociais uma campanha para que já nas eleições municipais deste ano para não se votar em quem tenha mandato (prefeitos e veeadores) ou que seja atuante na política. Seria uma espécie de teste para 2018, quando seria feita uma triagem de senadores, deputados federais e estaduais e também de governadores. Um grupo mais radical está pleiteando a imediata convocação de eleições gerais, que poderiam acontecer simultaneamente com o opleito municipal. O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Gilmar Mendes, esteve com o presidente Michel Temer solicitando a liberação de verba para a realização das eleições de outubro, o que inviabilizaria as eleições gerais. Uma coisa que não pode faltar já este ano é a rigorosa observação da Lei da Ficha Limpa, impedindo que os "fichas-sujas" possam concorrer. É o mínimo que se espera. O povo já não suporta mais tanta falcatrua.

28 de maio de 2016

Ex-ministro do STF diz que a Lava-Jato é intocável

A declaração foi feita pelo ex-ministro Carlos Ayres Britto, que presidiu o Supremo Tribunal Federal (STF) entre abril e novembro de 2012, disse que ‘não há força humana’ que barre a Operação Lava-Jato, para ele a maior investigação já deflagrada contra a corrupção no país:“A Lava-Jato passou a caminhar com suas próprias pernas. Ela se autonomizou e quem quer que seja, individual e coletivamente, não a deterá. A Lava-Jato se vacinou contra interferências à sua continuidade. Tornou-se, portanto, um patrimônio objetivo do povo. Ela se tornou uma questão de honra nacional”; 
A Operação Lava-Jato ganhou as ruas em março de 2014 quando o juiz Sérgio Moro autorizou a primeira leva de prisões, buscas e quebra de sigilo de investigados. Desde então foram 30 operações sucessivas que pegaram empreiteiros, doleiros, ex-dirigentes da Petrobrás e políticos. Agora, que está no momento sob fogo cerrado de políticos tramando seu enfraquecimento, e conversas gravadas em março deste ano entre o presidente do Congresso, Renan Calheiros (PMDB/AL), o ex-presidente José Sarney e o ex-presidente da Transpetro, Sérgio Machado, agora reveladas, indicam a intenção de figuras de destaque do PMDB em travar a Operação Lava-Jato;
Para o ex-ministro Ayres Britto, "não há força humana que impeça a Lava Jato e o regular prosseguimento dessa saneadora operação dos nossos costumes no sentido mais alto da interseção do republicanismo com o Direito Penal". A Lava-Jato é um patrimônio nacional, está andando com suas próprias pernas, emancipou-se pela sua fundamental importância nessa nova era republicana em que todos são iguais perante a lei”. Não há quem obstrua, quem impeça o regular andamento da operação Lava Jato. Ela se tornou uma questão de honra nacional, patrimônio objetivo civilizatório. Significa também um triunfo, a vitória da toga sobre o colarinho branco”.

27 de maio de 2016

Delações premiadas e gravações vazadas tonteiam políticos

Todas as gravações de conversas com políticos divulgadas pelo ex-presidente da Transpetro, Sérgio Machado, nos levam a agradecer o surgimento no cenário nacional de um xará do delator que está causando um verdadeiro rebuliço entre políticos de vários partidos, o juiz Sérgio Moro, comandante da Opeação Lava-Jato. as conversas entre Sérgio Machado e o ex-presidente José Sarney, o presidente do Senado Federal, Renan Calheiros e a ainda presidente Dilma Rousseff mostram que o trabalho da "República de Curitiba" causa terror em todos eles, tal o volume de "malfeitos" que praticaram, especialmente as propinas de dinheiro desviado da Petrobras para financiar suas campanhas eleitorais. O desespero maior fica por conta da próxima delação premiada de Marcelo Odebrecht, que vai envolver mais gente e também agravar os que já estão sendo acusados de tentativa de travar a Lava-Jato;

O que nos dá algum ânimo e saber que existem as exceções, ou sejam, políticos que não se venderam ou tenham participado de acordos escusos. As reações de Sérgio Moro e de membros do Ministério Público Federal (MP) certamente servirão de alerta aos praticantes de falcatruas, que vão pensar duas vezes antes de roubarem dinheiro público. A grande maioria da população deseja que os trabalhos da Operação Lava-Jato continuem não sofrendo qualquer tipo de interferência. Chega a ser risível que José Sarney lamente que conversar privadas venham ao conhecimento público. Realmente, a ninguém interessa o que os políticos fazem nas suas vidas privadas, mas sim sobre o que na vida privada fazem na vida pública. O que se espera é que os ministros do Supremo Trobunal Federal (STF) reajam com a mesma veemência às declarações dando conta de alguém teria acesso a integrantes da nossa Corte maior para travar a Lava-Jato e livrá-los do juiz Sérgio Moro.

26 de maio de 2016

Gritaria de senadores do PT não impedirá o 'tchau, querida'

Os petistas não desistem de brigar contra opinião pública. Com o início da fase de diligências e produção de provas contra e a favor do impeachment da presidente Dilma Rousseff na Comissão Especial do Senado, o PT retoma a tese de que o processo de impedimento de mandato foi baseado nas chamadas "pedaladas fiscais". O principal argumento dos senadores da oposição ao governo Michel Temer será a conversa gravada entre o senador Romero Jucá (PMDB-RR) e o ex-presidente da Transpetro, Sérgio Machado. Em gravação divulgada nesta segunda-feira, o então ministro do Planejamento afirma que a queda de Dilma ajudará a "estancar a sangria" da operação Lava-Jato. "Tem que mudar o governo para estancar essa sangria", disse Jucá, em março, sem saber que estava sendo gravado;
Os parlamentares petistas também pediram a suspensão do processo de impeachment no Senado. Para o senador Humberto Costa (PT-PE), os áudios divulgados pela imprensa deixam claro que o impeachment foi um golpe articulado somente para paralisar a Lava-Jato. “Nós sempre alertamos para essa tentativa suja de ruptura da ordem democrática liderada por corrompidos no Congresso, com apoio vergonhoso da elite empresarial e de grandes meios de comunicação”, afirmou Humberto. O documento diz: “não bastasse a gravidade em si de se ter um senador da República a operar, francamente, no sentido de lograr a obstrução da Justiça, ou, quiçá, a praticar tráfico de influência em face do que, potencialmente, poderia ser dito às autoridades pelo senhor Sérgio Machado, o que ainda se observa, prima facie, é a inominável forja de ambiência institucional e mobilização da opinião pública propícias a desestabilização e derrubada de um governo legítimo”.;
É sempre a mesma "tropa de choque" que tumultua as sessões do Senado, tanto da comissão especial do impeachment como as do plenário, tentando retardar a decisão final, muitas vezes aos gritos, mas é certo que os senadores, atendendo ao desejo de expressiva maioria do povo brasileiro demonstrado nas manifestações nas ruas, nas redes sociais e nas entrevistas feitas por institutos de opinião pública deverá votar pelo afastamento definitivo de Dilma Rousseff, que receberá "ordem de despejo" do Palácio do Planalto, do Palácio da Alvorada e da Granja do Torto, além de se tornar inelegível por oito anos, algo que ela gostará porque detesta política.

24 de maio de 2016

Michel Temer precisa fazer uma 'limpeza' urgente no Governo

O melhor que o presidente Michel Temer pode fazer é, como fez com o então ministro do Planejamento Romero Jucá, afastar do Governo quem esteja envolvido em esquemas nada republicanos. Manter em sua equipe tais pessoas afeta a credibilidade do seu governo. A formação de seu time responsável pela Economia, composto por técnicos qualificados e notáveis no assunto, recebeu apoio de empresários, investidores e, o mais importante, da opinião pública. No entanto, na parte política Temer está deixando a desejar. Tanto na equipe de governo como nas lideranças no Congresso, a limpeza tem de ser imediata. Se não, o povo sairá às ruas pedindo sua cabeça, como fez com Dilma Rousseff. O presidente Temer não deve temer (com trocadilho) o seu partido. Todos nós sabemos que o PMDB é especializado em se dar bem no Governo. Tem PHD em fisiologismo. Sua principal preocuparão não está em projetos que possam executar à frente de órgãos que dirijam, mas no tamanho dos orçamentos de cada um deles, já podemos imaginar por quê;

Há também por trás dessa fome por cargos a intenção de se abrigarem na sombra do foro privilegiado, em especial aqueles que estão sendo investigados pela Operação Lava-Jato, fugindo de viagem até Curitiba para uma "conversa" com o juiz Sérgio Moro. O PMDB é o maior responsável pela indicação dos diretores da Petrobras que provocaram o maior assalto aos cofres de nossa maior e principal empresa estatal, hoje completamente desmoralizada no mercado internacional. Somente com a repercussão do anúncio da formação da equipe que vai dirigir a empresa, as ações dela tiveram num dia um aumento de 4%, mesmo com o preço do barril de petróleo em baixa. Vamos aguardar, então, o que Sérgio Machado ex-presidente da Transpetro tem ainda a dizer, até porque vai sobrar para Lula, Dilma e outros "companheiros". De acordo com o que sabemos, a próxima "bola da vez" pode ser o presidente do Senado Federal, Renan Calheiros. Vem mais emoção por aí. 

23 de maio de 2016

Os petistas hoje só torcem pelo 'quanto pior, melhor'

Em mais um show de suas históricas incoerências, o PT anuncia que vai infernizar o governo de Michel Temer, que não vai deixá-lo em paz. Sempre acusaram a oposição de aplicar a regra do "quanto pior, melhor", mas agora fazem a mesma coisa visando as eleições de 2018, quando se apresentariam como salvadores da pátria diante de um possível fracasso do governo. O PT é especializado em fazer oposição através de anarquia, arruaças, depredações, invasões e outros modos de contestação através dos chamados "movimentos sociais", nunca pensando no bem da população, sempre de olho nas eleições seguintes, dentro do projeto petista de perpetuação no poder. A ideia do PT pode não dar certo. O povo já demonstrou, tanto nas ruas como através de pesquisas, que não quer quer mais ver no Governo o sistema petista de aparelhamento de todos os órgãos públicos e muito menos a corrupção desenfreada e o enriquecimento dos governistas, e menos ainda a destruição de empresas estatais, como aconteceu principalmente com a Petrobras;

O pensamento da maioria está voltado para a recessão que provocou o desemprego de 11 milhões de brasileiros. Quem tem bom senso ou não é fanático pelo PT ou está levando algum tipo de vantagem torce para que o país retorne ao crescimento e saia de uma vez da crise econômica em que se encontra. Não se justifica esse revanchismo apregoado pelos líderes petistas. O correto é torcer para que o novo Governo acerte e que possamos nos esquecer dos 13 anos em que colocaram o Brasil nos piores índices financeiros de todos os tempos. Aqueles que ainda dispõem de um trabalho para sobrevive não querem ser vítimas de bloqueios de ruas e estradas feios por vagabundos que se intitulam trabalhadores. Michel Temer pode não ser o que de melhor tenhamos para dirigir o país, mas é o que temos no momento. Em 2018 teremos oportunidade para entregar o país nas mãos de quem pense no bem estar do povo e não nas suas contas bancárias.

20 de maio de 2016

'Bancada' de Eduardo Cunha chantageia Michel Temer

É mais que notória a constatação de que hoje nenhum chefe de Executivo consegue governar em qualquer esfera (federal, estadual ou estadual) sem estar afinado com o Legislativo. Daí surgem surpreendentes acordos e, em alguns casos, até estapafúrdios. No entanto, o que vem acontecendo com o apoio de que o presidente Michel Temer precisa para ver aprovadas na Câmara dos Deputados as medidas necessárias à retomada do crescimento do país. Em meio a isso, surge a figura nefasta do deputado Eduardo Cunha. Para garantir seu mandato, ele chantageia o chefe do Executivo Federal para que convença aos parlamentares a não cassarem seu mandato, que já está suspenso, em especial travando o processo a que responde no Conselho de Ética daquela Casa Legislativa, isso porque ele lidera uma bancada de quase 300 deputados o chamado "Centrão"), que poderiam travar os projetos de Michel Temer e que são de interesse do povo;

Fica bastante difícil entender a posição desses 300 "picaretas", como disse um dia o ex-presidente Lula referindo-se aos seus companheiros na Constituinte - lembrem-se de que o PT não assinou a Constituição de 1988 - que em tese seriam representantes do povo coloquem seus interesses acima dos do povo que representam. A "bancada" de Eduardo Cunha tem deputados de nada menos que 13 partidos, numa evidente constatação de que é urgente pensar-se num drástica redução do número de legendas partidárias. Portanto, as pessoas de bem esperam que haja uma mudança de pensamento dos amigos de um deputado que mais agrediu a ética com suas mentiras e falcatruas e passem a defender os interesses do povo, que está de olho neles e que certamente darão a resposta adequada nas eleições de 2018, fazendo com saiam da vida pública e recolham-se à privada (com duplo sentido, mesmo).

19 de maio de 2016

Veja quem usa a Lei Rouanet

O texto é longo, mas serve para esclarecer os motivos dos protestos daqueles que perderam a mamata. Pouquíssima gente sabe o motivo pelo qual um grupo de artista está querendo a permanência do PT no poder. A explicação é simples: existe uma Lei de incentivo à cultura chamada LEI ROUANET. Ela permite que dinheiro público seja jorrado em eventos culturais independentemente da qualidade. A Lei existe há 24 anos e virou fonte de dinheiro fácil para gente famosa. Vejamos alguns casos registrados:
1) em 2011, Maria Bethânia conseguiu nada menos que R$ 1,3 milhão para fazer o blogue "O Mundo Precisa de Poesia", com clipes dirigidos por Andrucha Waddington, diretor da Globo;
2) em 2013, Claudia Leite abocanhou R$ 5.883.100,00 por 12 shows no Norte, Nordeste e Centro-Oeste;
3) no mesmo ano, Rita Lee recebeu R$ 1.852.100,00 para 5 shows, um DVD e 3 palestras;
4) ainda em 2013, Humberto Gessinger amealhou da Rouanet R$ 1.004.849,00 para fazer um DVD comemorativo de seus 50 anos de idade (quem é essa celebridade?);
5) de 2006 a 2011, Marieta Severo conseguiu nada menos que R$ 4.192.183,00 pela Lei Rouanet. Só da Petrobras, ela recebeu R$ 400.000,00 em 2012, R$ 400.000,00 em 2013 e 2014 e R$ 400.000,00 em 2015. Ou seja, o contribuinte financiou Marieta Severo em R$ 5.392.183,00 em 9 anos, sem retorno financeiro e retorno cultural apenas para um grupo restrito deles;
6) O ator e diretor Aderbal Freire Filho, que vive com Marieta Severo desde 2004, captou via Lei Rouanet R$ 908.670,00 em 2009 e depois mais R$ 800.000,00 e R$ 512.420,00, totalizando R$ 2.221.090,00, ou seja, ele e a mulher já receberam R$ 7.613.273,00 via Lei Rouanet;
7) Em 2003, 2006, 2007 e 2011, o ator Paulo Betti recebeu um total de R$ 3.748.799,90 dos cofres públicos, sendo que R$3.360.555,66 via Lei Rouanet e R$ 388.244,00 do Ministério da Justiça (Convênio Nº 756166/2011) para a peça "À Prova de Fogo", recomendada por José Dirceu;
9) Sula Miranda, Marisa Monte e Maria Rita receberam, cada um deles, mais de R$1 milhão, contemplados pela mesma lei;
10) Camila Pitanga captou R$ 1.257.102,00 aprovados pela Ancine para fazer o filme "Pitanga", para "retratar o artista que é meu pai e mostrar toda a sua genialidade" diz ela (Camila é filha de Antônio Pitanga e enteada de Benedita da Silva, ex-senadora, ex- ministra, ex-governadora do Rio de Janeiro e atual deputada federal, sempre pelo PT),
11) Filha de Luiza Trajano, proprietária da rede de Lojas Magazine Luiza, também foi contemplada com R$ 512 mil, via Lei Rouanet, para publicar um "LIVRO DE RECEITAS";
12) O projeto Santander Cultural 2015 recebeu em 2014 a bagatela de R$ 13.814.806,36 via Lei Rouanet.
Desde quando o contribuinte brasileiro tem de financiar atividade cultural de um dos grandes bancos internacionais? Só em 2013, foram captados R$ 42.754.932,14 (pessoas físicas e jurídicas) dos R$ 117.970.281,19 autorizados via Lei Rouanet (de acordo com relação anterior citada)!
Uma característica bizarra dos shows e outras atividades culturais financiadas pela Lei Rouanet é que raramente algum desses eventos tem entrada gratuita. Ou seja, o contribuinte que paga para assistir o que já foi pago por nós. Só as 5 celebridades citadas receberam R$ 14.427.383,00 via Lei Rouanet, isso sem falar em Erasmo Carlos (recebeu R$ 1.219.858,00 por um show para celebrar seus 70 anos);
É muito dinheiro! E como é a fiscalização destes gastos? Não se sabe. Em 2015, o governo federal cortou 30% das verbas das universidades federais. Além disto, o Governo Federal gastou quase R$ 50 milhões com festividades e homenagens em 2015. Não obstante, em julho de 2015, a Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) ter enviado carta à presidente, solicitando suspensão dos cortes em educação, ciência e tecnologia. Aí estão as razões da gritaria.
Fonte: Instituto Endireita Brasil

16 de maio de 2016

Governabilidade é um mal necessário

Num país verdadeiramente democrático o governo não age sozinho, pois depende de leis aprovadas pelo Poder Legislativo. Surge, então, a necessidade de o chefe do Executivo procurar montar uma base parlamentar que lhe garanta a aprovação de seus projetos. É o que chamam de governabilidade. Aí acontece o fatiamento de ministérios e de cargos importantes;
Por causa do grande número de partidos políticos, o presidente da República faz acordos com várias legendas, pois muitas agremiações partidárias foram criadas exatamente com esse objetivo, ou seja, vender apoio parlamentar. E há também um agravante:de acordo com o peso da bancada, exigem que os ministérios e órgãos que lhes sejam destinados tenham orçamentos bilionários, tanto para carrearem benefícios para seus redutos eleitorais, como para objetivos nada republicanos;
Tudo isso faz com que o presidente Michel Temer ainda se veja obrigado a montar um ministério que não é o sonho daqueles que foram às ruas para exigir a saída de Dilma Rousseff, pensando em ver algo diferente. Algumas escolhas de Temer estão sendo criticadas. Cabe a ele demonstrar que apesar dos nomes criticados sua equipe de governo terá como foco principal o bem do povo. Se não for assim, o povo voltará às ruas e o grito será Fora, Temer!".