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11 de janeiro de 2012

Os Fernandos de Dilma Rousseff e seus 'malfeitos'

Fernando Pimentel
As enchentes de janeiro parecem que provocaram um desmoronamento que fez desaparecer o ministro do Desenvolvimento, Fernando Pimentel. Desde que 'O Globo' revelou suspeitas de prática de tráfico de influência em suas atividades de consultoria, que lhe renderam R$ 2 milhões em 2009 e 2010, o 'bombardeio' da mídia sobre ele era bastante intenso. Quando se esperava que a 'faxineira' Dilma Rousseff também desse uma 'vassourada' em Pimentel, a decepção foi geral. A presidente Dilma já havia sido mais suave com os ministros de partidos de maiores bancadas na 'base aliada', mas quando chegou a vez de um integrante do PT e seu antigo companheiro de armas, o que passou a se observar foi uma forte blindagem patrocinada pelo Palácio do Planalto. Primeiramente, um verdadeiro rolo compressor impediu que Fernando Pimentel comparecesse a qualquer comissão do Congresso Nacional para prestar esclarecimentos sobre suas 'consultorias' sem contrato nem relatórios. Depois, para fugir da imprensa, integrou duas vezes a comitiva de Dilma em viagens ao exterior, culminando com o sumiço de Pimentel em Genebra, na Suíça;

Fernando Bezerra
Por coincidência e muita sorte, um xará de Fernando Pimentel no ministério, Fernando Bezerra, Ministro da Integração Nacional, passou a ocupar bastante espaço na mídia por conta do uso de verbas destinadas à prevenção contra enchentes, que não foram repassadas como deviam aos Estados que haviam sido alcançados pelas chuvas em 2011, priorizando seu Estado, Pernambuco, com cerca de 90% dos recursos, objetivando alavancar sua candidatura a prefeito da capital Recife este ano ou a governador do Estado em 2014, além de outras 'jogadas' que beneficiaram um filho seu que é deputado federal, que teve todas as suas emendas ao Orçamento liberadas na totalidade e em tempo recorde. Com isso, o ministro/consultor ficou sumido do noticiário;

Fernando Haddad
Pois não é que um outro Fernando também tem deixado o Pimentel de lado. Agora é o ministro da Educação, Fernando Haddad (aquele do Enem vazado), que também ocupa espaço na imprensa, tudo por conta de sua pré-candidatura a prefeito de São Paulo, imposta ao PT e patrocinada pelo ex-presidente Lula, que não se conforma com as constantes derrotas de seu partido para candidatos do PSDB paulistano.Com isso, Fernando Haddad fala todos os dias sobre seu ministério ou sobre sua candidatura. Outras vezes, o nome dele é focalizado por Aloízio Mercadante, seu provável sucessor. Também através da senadora Marta Suplicy o nome de Fernando Haddad em à tona, visto que ela era candidata, mas Lula deu nela um 'chega pra lá' e lançou Haddad. Ontem, o Palácio do Planalto comentou que a presidente Dilma solicitou que Fernando Haddad não renunciasse agora ao ministério e esperasse a reforma ministerial que deve acontecer no final deste mês;

Fernando Collor
Como se pode ver, são dois Fernandos ofuscando Fernando Pimentel, que ainda tem a forte proteção de Dilma Rousseff, que não quis demiti-lo nem forçá-lo a 'pedir para sair'. Todavia, quando o Congresso Nacional retornar do recesso diversos parlamentares não vão deixar Pimentel sossegar, cobrando por todas as vias possíveis explicações sobre suas 'consultorias', que resultaram em contratos de 'clientes' junto à Prefeitura de Belo Horizonte, da qual foi prefeito e onde tem forte influência. Não foi só coincidência. E o interessante é que no Senado Federal tem um outro Fernando que agora faz parte da 'base aliada' e que no passado também foi 'caçado' pela imprensa e depois 'cassado' pela opinião pública, mas que hoje certamente será um ardoroso defensor dos Fernandos que hoje estão em tanta evidência. Eles se merecem...

10 de janeiro de 2012

Autoridades são responsáveis por muitas mortes nas enchentes

A notícia está no site do jornalista Claudio Humberto e parece estar com pelo menos um ano de atraso. Parece que o governador do Rio de Janeiro, Sergio Cabral, acaba de chegar de mais uma viagem a Paris:

  • "Após três corpos serem encontrados em Jamarabá, em Sapucaia, no Centro Fluminense, depois de um deslizamento de terra provocado pela chuva, o governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, determinou reforço imediato das secretarias de Saúde e Defesa Civil para socorrer as vítimas do deslizamento. Outras 15 pessoas estariam soterradas depois da destruição de oito casas. Segundo a assessoria de Cabral, o governador conversou no começo da tarde desta segunda (9), com o prefeito Anderson Zanon, de Sapucaia. Trinta bombeiros já trabalham no resgate de pelo menos 15 pessoas que podem estar soterradas. Cabral determinou que os secretários de Defesa Civil, Sérgio Simões, e de Saúde, Sérgio Côrtes, desloquem-se com suas equipes".

Está a cada ano ficando comprovado que os políticos pouco estão se importando com vidas humanas. A cada início de ano as tragédias se repetem e se anunciam para o ano seguinte e muito pouco é feito para evitá-las. Em cada ocasião os governantes aparecem a anunciam providências que serão tomadas (e que quase nunca acontecem) e que vultosas verbas serão liberadas. Agora mesmo, saiu a notícia de que 75 pontes foram destruídas no Estado do Rio de Janeiro no ano passado e o Governo Federal prometeu reconstruí-las, mas apenas uma foi feita no município de Carmo, mesmo assim com meia pista. Quanto às outras 74, alega-se que faltaram projetos. E daí? Qual órgão do Governo foi disponibilizado para em caráter de urgência assessorar as prefeituras que não dispõem de técnicos? É preferível ter uma alegação para justificar a omissão do Governo;

Também existe outra culpa governamental nas tragédias. As prefeituras das cidades mais atingidas, em sua grande maioria têm responsabilidade pela existência de casas construídas em área de risco. Muitas delas concedem o 'habite-se', permitindo que famílias passem a residir em locais onde poderão ocorrer futuros desmoronamentos.Só pensam no IPTU que passarão a recolher aos cofres municipais. Também as operadoras de energia elétrica - Light e Ampla, no caso do Rio de Janeiro - são as primeiras a darem condições de moradia àqueles se estabelecem em locais condenados. É só solicitarem a ligação de energia que elas rapidamente atendem. Nenhum órgão governamental utiliza sua autoridade para impedir que isso aconteça;

E assim vamos assistindo a cada ano as mesmas tristes cenas de famílias desesperadas pela perda da vida de familiares e de seus bens, ao mesmo tempo em que também vamos assistindo os políticos da 'qualidade' dos recentes ministros da Integração, Gedel Vieira (Bahia) e Fernando Bezerra (Pernambuco), que escolheram seus Estados e redutos eleitorais para serem privilegiados com a maioria dos recursos liberados, em detrimento de outros mais necessitados, mas que não lhes renderiam votos. Ainda resta alguma esperança de que a presidente Dilma Rousseff, se não fizer uma reforma ministerial pelo menos faça uma reforma na mentalidade desses péssimos políticos que a cercam.

7 de janeiro de 2012

Integração privilegiar um Estado é provocar mortes nos demais

Não há nenhuma dúvida sobre o uso político e eleitoreiro do Ministério da Integração Nacional, Fernando Bezerra, destinando cerca de 90% dos recursos de sua pasta para prevenção de enchente para seu Estado natal, Pernambuco, além de favorecer o filho, o deputado federal Fernando Bezerra Coelho Filho (PSB-PE), com a liberação de emendas parlamentares da pasta. Ele foi o único deputado que teve todo os valores de suas emendas empenhado, ou seja, reservado no Orçamento para pagamento pelo ministério, num total R$ 9 milhões e 100 mil, conseguindo superar 219 colegas que também solicitaram recursos para obras s derem executadas pelo Ministério da Integração. Além do mais, também ficou comprovado que no orçamento da pasta para 2012 Pernambuco também continua sendo o Estado como destinação de maiores recursos que os demais. O ministro, por mera 'coincidência', é pré-candidato a prefeito de Recife pelo PSB. Não bastasse isso, Fernando Bezerra está sendo acusado de nepotismo ao agir para manter o irmão, Clementino Coelho, na presidência da Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e Parnaíba (Codevasf);

Levando-se em conta que em 2010, no último ano do mandato de Lula, o então titular daquele ministério, Gedel Vieira, da Bahia, fez a mesma coisa com seu Estado, em detrimento dos demais, cuja população havia sofrido com violentas enchentes em várias de suas cidades, pode-se afirmar que para essa gente cuidar de vidas humanas pouco interessa, principalmente se elas não forem eleitores seus em potencial. Desviam recursos destinados a minorar o sofrimento de muitos para fazer média eleitoreira em seus redutos eleitorais. De que valem os milhares de desabrigados pelas enchentes na Região Serrana do Rio de Janeiro no ano passado e os que ficarão desabrigados pelas chuvas deste ano? Não valem nada. Não são eleitores em Pernambuco. A população dos estados boicotados esquecem que tudo o que Fernando Bezerra faz é do conhecimento da presidente Dilma Rousseff. Afinal, não é ela a grande gerente de seu governo que Lula apresentou ao eleitorado? Agora é hora de pensar se valerá a pena dar a ela a maior votação proporcional do País num possível tentativa de reeleição em 2014 ou a alguém de seu partido.

6 de janeiro de 2012

Mais um na marca do pênalti

Trancrevo a seguir comentário do jornalista Carlos Chagas, ilustrando-o com excelente charge de SponHolz, por ser um tema bastante atual


'Farinha pouca? Meu pirão primeiro'

  • De novo em Brasília, apesar de só voltar ao palácio do Planalto segunda-feira, a presidente Dilma poderá ter incluído mais um nome em sua lista de possíveis ministros substituíveis na reforma prevista para este mês. É o titular da Integração Nacional, Fernando Bezerra, que fez a emenda ficar pior do que o  soneto, esta semana. Flagrado por haver destinado a Pernambuco 90% da verba liberada cujo destino era prevenir e recuperar cidades atingidas por enchentes, o ministro rebateu mas chutou contra sua própria meta e fez o gol. Declarou que não poderia discriminar seu estado natal só porque nasceu lá, quando na realidade não discriminou, mas privilegiou. Disse mais que agiu assim porque os projetos das cidades  pernambucanas  foram bem feitos, ao contrário das similares de outros estados. Com luvas de pelica, o governador de Minas, Antônio Anastásia, não reagiu. Nem Sérgio Cabral, do Rio. Mas deveriam, porque cidades  mineiras e fluminenses sofreram muito mais e continuam à míngua, em matéria de recursos. 
  • Ninguém sabe o que se passa na cabeça da presidente Dilma, em termos de mudanças no ministério, exceção das iniciativas óbvias que precisará tomar, como designar o  novo  ministro da Ciência e Tecnologia, com o deslocamento de Aloísio Mercadante para a Educação, dado o pedido de exoneração de Fernando Haddad para candidatar-se à prefeitura de São Paulo. Mais a designação do novo ministro do Trabalho, ocupado por um interino desde a queda de Carlos Lupi. Admite-se, ainda, a substituição de Mário Negromonte, das Cidades. Só para ficar na linguagem do futebol, porém, a verdade é que Fernando Bezerra encontra-se na marca do pênalti. E não como batedor.

5 de janeiro de 2012

Deputado recua e retira polêmico projeto da 'mordaça'

Notícia publicada hoje no site do jornal 'Estado de São Paulo' informa que o deputado federal Bonifácio de Andrada (PSDB-MG) decidiu hoje retirar da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC) o Projeto de Lei (PL) 2.301/11, que tinha o objetivo de proibir a divulgação de investigações de crimes cometidos por candidatos no período eleitoral. O projeto queria impedir a divulgação ou publicação de "sindicância, procedimento investigatório, inquérito ou processo, ou qualquer ocorrência de natureza penal" relativa a crimes culposos cometidos por candidatos durante os quatro meses de campanha. O parlamentar mineiro deve ter observado que sua proposição causou espanto e até mesmo revolta na opinião pública, bem como entre comentaristas políticos e blogueiros;

O parlamentar mineiro informou, em nota, que problemas técnicos de redação e de conteúdo suscitaram dúvidas quanto ao entendimento do texto. E afirmou na nota: "O objetivo do autor com a proposição era evitar exploração política contra candidatos no período eleitoral por infração culposa (não havendo intenção de crime, mas imperícia, imprudência ou negligência)". Em entrevista, ele salientou que não tinha intenção de amordaçar nada. Bonifácio de Andrada ressaltou que, do jeito que o projeto estava, dava impressão de mordaça, informando também que tinha intenção de fazer alterações no texto, que foi devolvido sem manifestação pelo relator na CCJ, deputado Jutahy Júnior (PSDB-BA). Com a iniciativa de ontem, Andrada encerrou definitivamente a tramitação do projeto;

Ainda bem que o deputado Bonifácio de Andrada recou a tempo, pois se seu projeto viesse a ser aprovado e sancionado poderia vir a ser um autêntico 'tiro no pé', pois em alguns casos estaria impedindo que a oposição pudesse trazer para a campanha eleitoral a série de 'malfeitos' protagonizados por auxiliares diretos da presidente Dilma Rousseff, cujos crimes poderiam vir a ser enquadrados nos dispositivos da possível, livrando-os de serem lembrados pelos eleitores pelos desvios de conduta - e de dinheiro, principalmente -, que teriam sido considerados como 'sem querer', sem qualquer intenção.

Projeto de lei cria 'mordaça' para campanha eleitoral deste ano

Pode parecer incrível, mas um projeto de lei (PL 2.301/11) proposto pelo deputado Bonifácio de Andrada (PSDB-MG) e que pode ser votado pela Câmara dos Deputados ainda este ano impede a divulgação de investigações de crimes cometidos por candidatos no período eleitoral. O texto do projeto especifica que a restrição é relativa a crimes culposos, aqueles que são cometidos sem intenção, ocorridos nos quatro meses da campanha eleitoral. O PL determina a proibição de divulgação ou publicação de qualquer "sindicância, procedimento investigatório, inquérito ou processo, ou qualquer ocorrência de natureza penal" relativos a ilícitos cometidos por candidatos durante o período da campanha. De acordo com o projeto, quem descumprir a determinação estará sujeito a pena de prisão por três a oito anos, além do pagamento de multa de R$ 2 mil a R$ 15 mil. Caso a divulgação seja feita por funcionário público, o texto prevê que ele fique suspenso de 30 a 60 dias ou ainda suspensão de 90 dias. Em caso de reincidência, o responsável pode ser punido com demissão;

O deputado Bonifácio de Andrada admite que, do jeito que foi apresentado, o projeto dá impressão de mordaça. No entanto, ele garantiu que pretende fazer alterações no texto antes de sua tramitação. O projeto está, no momento, na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara e foi encaminhado para ser relatado pelo deputado Jutahy Júnior (PSDB-BA), que devolveu o projeto sem se manifestar, no fim de novembro. O deputado mineiro justificou seu projeto dizendo: "Não tenho objetivo de amordaçar nada. Queremos impedir que nos quatro meses da campanha um adversário invente alguma coisa para acusar um candidato. É para evitar a utilização de um fato que não é grave, sem intenção de fazer mal. Quando tiver dolo (intenção), não tem conversa";

Enquanto isso, prefeitos, governadores, partidos políticos e pré-candidatos já precisam respeitar as restrições estabelecidas pela Lei Eleitoral para a eleição deste ano, pois desde o início do ano nenhum órgão de administração pública pode distribuir bens ou benefícios que não estavam previstos. Estão liberados apenas programas sociais autorizados em lei e incluídos em orçamentos anteriores, além de casos de calamidade pública. O calendário com as datas em que passam a valer esta e outras restrições está no site do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Também desde o dia 1º de janeiro, está proibida a realização de programas sociais executados por entidades vinculadas ou mantidas por candidatos nas eleições de outubro. A lei eleitoral estabelece ainda que qualquer pesquisa de intenção de voto deve ser registrada nos tribunais competentes. Outra restrição passa a valer no dia 10 de abril, - 180 dias do primeiro turno - até a posse dos eleitos: nenhum agente público poderá aumentar salários de servidores públicos acima da inflação de 2012;

O que é estranho é que exatamente um deputado do PSDB, supostamente de oposição ao Governo, tenha apresentado tal projeto num momento em que vários membros do Governo estão sendo exonerados pela prática de 'malfeitos', como denominou a presidente Dilma Rousseff os atos de desvio de dinheiro público, com muitos dos que foram afastados de seus cargos tenham alegado que de nada sabiam sobre os 'malfeitos' que teriam sido praticados por auxiliares diretos, mas que seriam de sua responsabilidade impedir. Isso poderia ser enquadrado como 'crime sem intenção' não podendo, portanto, serem alvo de comentários na campanha eleitoral deste ano. Espera-se, então, que a tramitação desse projeto esdrúxulo fique 'patinando' na CCJ da Câmara, pois há muito coisa para ser mostrada na campanha deste ano que não deveria ser impedida de ser levada ao conhecimento do eleitorado.

4 de janeiro de 2012

Movimentos anticorrupção vão sair às ruas em 2012

  • O site Congresso em Foco informa que as eleições municipais serão o principal combustível em 2012 para os movimentos que levaram milhares de pessoas às ruas em 2011 para protestar contra a corrupção.  Diz ainda que os organizadores desses atos estão de olho no julgamento do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a validade da Lei da Ficha Limpa para estas eleições, e que estão preparando uma ofensiva na internet contra candidatos a prefeito e vereador envolvidos em denúncias e com problemas na Justiça. A ideia é, independentemente do resultado do julgamento do Supremo, dificultar a vida de quem tem histórico pouco recomendável para ocupar cargos públicos;
  • O Movimento de Combate à Corrupção (MCC) foi responsável pelas manifestações que reuniram cerca de 30 mil pessoas na Esplanada dos Ministérios, no dia 7 de setembro, e outras 13 mil, em 12 de outubro. Os coordenadores do MCC apostam na organização virtual para dar continuidade às ações do grupo;
  • Para dirigentes da Amarribo, entidade de coalizão contra a corrupção criada em Ribeirão Bonito (SP), os brasileiros têm de encarar as eleições como uma oportunidade de exigir candidatos ficha limpa e realizar mais marchas em prol das reivindicações comuns, entendendo que o resultado do julgamento da Ficha Limpa e a reforma ministerial a ser anunciada pela presidenta Dilma também podem precipitar novas mobilizações;
  • Os coordenadores do Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE) acreditam que, apesar das facilidades da internet, o ano ainda será propício para mais marchas nas ruas, pois agora a população acordou para a necessidade de se fazer algo contra os desmandos políticos e que não há mais tolerância e isso tem acontecido no país todo. O MCCE foi responsável pela reunião das assinaturas que garantiram a apresentação do projeto da Lei da Ficha Limpa no Congresso. Agora, o MCCE quer centrar fogo na reforma política;
  • Resta agora à população em geral - os eleitores em particular - prestar mais atenção às mensagens emitidas durantes as manifestações, entendendo que os 'malfeitos' praticados por políticos, em especial ministros e seus auxiliares, significam que estão metendo a mão nos seus bolsos, pois o dinheiro público que engorda suas contaas bancárias e os cofres de seus partidos polítcos ao qual são filiados é proveniente dos impostos pagos pelos consumidores, ou seja, pelo cidadão/eleitor. Está na hora de dar um basta nisso tudo!

3 de janeiro de 2012

O livro proibido

Recebi e-mail com o comentário abaixo, que  estou transcrevendo. Acho válido dar uma olhada:

Repasso as informações abaixo, com a indicação de um site que nos possibilita o acesso grátis ao livro "O CHEFE", cujo autor é o jornalista Ivo Patarra.
 
Este livro divulga tudo aquilo que Lula e seus comparsas, ex-terroristas do PT e dos partidos aliados, não gostariam de ver publicado. É muita sujeira!

Vou guardar esta matéria num arquivo, para leitura em horas vagas, e sugiro que você faça o mesmo.
O Best Seller da Corrupção 



O jornalista Ivo Patarra levou 'O Chefe' a duas editoras, que recusaram a sua publicação.

JÁ QUE TODOS SE NEGARAM A PUBLICAR O LIVRO, QUE COMPILA TODOS OS ESCÂNDALOS DO DESASTROSO GOVERNO LULA, O AUTOR O COLOCA GRÁTIS NA INTERNET, PARA QUEM QUISER LER E GUARDAR NUM ARQUIVO!

PARA BAIXAR O LIVRO, ACESSE: 'O Chefe'

Governo faz outra vez uso político de verba contra enchentes

O uso de recursos públicos para alavancar candidaturas - incluindo-se neles os destinados a prevenção de catástrofes naturais, como enchentes - continua sendo praticado no governo da presidente Dilma Rousseff, como já aconteceu no mandato do ex-presidente Lula. Segundo o site do jornal Estado de São Paulo, Pernambuco, Estado do ministro da Integração Nacional, Fernando Bezerra Coelho, foi o principal destino de verbas do ministério comandado por ele em prevenção e preparação de desastres naturais, como enchentes e desmoronamentos. O ministro é pré-candidato à Prefeitura de Recife. O jornal informa que em obras iniciadas em 2011, Pernambuco concentrou 90% dos gastos da pasta destinados a esse fim, de acordo com levantamento feito pela ONG Contas Abertas, com base em dados do Tesouro Nacional. Pernambuco recebeu R$ 25,5 milhões, contra R$ 1,8 milhão liberado para o Paraná, dos R$ 28,4 milhões pagos em obras autorizadas em 2011 para a prevenção de desastres naturais. O restante foi para outros Estados;

No governo de Lula, a Bahia foi o Estado que mais recebeu recursos do governo federal em 2009 através do programa de "prevenção e preparação para desastres" do Ministério da Integração Nacional, segundo apontou um levantamento realizado pelo Contas Abertas. Dos gastos autorizados e pagos em 2011, Pernambuco recebeu 14 vezes mais do que o segundo colocado, o Paraná, onde chuvas fortes provocaram enxurradas e deslizamentos no ano passado. O projeto criado para reduzir danos e prejuízos provocados por desastres naturais aplicou R$ 135,1 milhões em todo o País em 2009. Desse valor, R$ 65,4 milhões, ou 48% dos recursos, foram destinados para a Bahia, onde o ministro Geddel Vieira Lima, que controlava a pasta, era pré-candidato ao governo nas eleições de 2010, quando acabou derrotado;.

Em 13 de janeiro do ano passado, depois de sobrevoar a Região Serrana do Rio, a presidente Dilma Rousseff convocou a imprensa para avisar que não permitiria a reedição de uma tragédia daquelas dimensões. Primeiro, admitiu que se tratava de um problema federal. Em seguida, prometeu acabar com deslizamentos nos morros com obras de contenção de encostas, prometeu um mundaréu de medidas preventivas, prometeu instalar redes de saneamento básico, prometeu remover os ameaçados por desastres naturais, prometeu casas para os flagelados e prometeu voltar mais tarde para inaugurar o colosso de promessas. Há poucos dias, o ministro da Ciência e Tecnologia, Aloízio Mercadante, apareceu no Senado informando aos milhões de moradores de áreas de risco. “Morrerão pessoas neste verão. E nos próximos”. Mercadante denominou a temporada de chuvas fortes de “extremos climáticos”, e atribuiu a culpa à natureza, comunicando que o Governo não fez nada do que prometeu. As vítimas da tragédia, que já deu sinais de que vai se repetir, estão entregues à própria sorte;

Resta-nos saber se acontecendo novas enchentes, especialmente na Região Serrana do Rio de Janeiro, a presidente Dilma vai descer outra vez de helicóptero numa das cidades da região, ao lado do governador Sergio Cabral fazendo cara de choro e outra vez anunciando a liberação de recursos, dos quais somente uma parcela será liberada e mesmo assim com chances de serem desviados para o bolso de algum prefeito desumano, como aconteceu em 2011. Em Nova Friburgo já choveu com bastante intensidade, sirenes avisaram - e também apavoraram - os moradores das áreas de risco, mas vê-se que muita cisa está como ficou no ano passado. Resta às prováveis vítimas deixar o problema nas mãos de Deus, torcendo para que não haja tantas mortes como no ano passado.

1 de janeiro de 2012

'Previsões' para 2012. Será?

O ano 2012 se assusta com as 'previsões'
  1. Fim dos 'malfeitos' dos ministros de Dilma Roussef;
  2. Quem desviou dinheiro público vai devolver com os valores corrigidos e com juros de mora;
  3. Deputados e senadores abrirão mão das modormias, da verba indenizatória e ainda admitirão a redução dos seus subsídios;
  4. Não haverá mais enchentes causadas pelas chuvas, principalmente na Região Serrana do Rio de Janeiro;
  5. Verbas destinadas a socorrer as vítimas das enchentes não serão mais desviadas para o bolso de ninguém;
  6. As obras inacabadas do Governo, principalmente as do PAC, serão concluídas sem preços reajustados e muito menos superfaturadas;
  7. As obras de transposição do Rio São Francisco serão concluídas, acabando com as secas na Região Nordeste;
  8. As favelas serão todas urbanizadas, além da pacificação provocada pelas UPPs;
  9. Todas as rodovias brasileiras receberão asfalto e poderão ser utilizadas por qualquer tipo de veículo, com o índice de acidentes chegando quase a zero;
  10. Os índices de violência no Brasil cairão para próximo de zero;
  11. Os hospitais públicos terão atendimento perfeito durante as 24 horas do dia, em especial nos finais de semana, com leitos suficientes para os casos de internação, além de não faltarem aparelhos e materiais cirúrgicos e medicamentos, com as equipes médicas recebendo salários condizentes;
  12. As escolas públicas federais, estaduais e municipais serão as melhores do País, com os professores recebendo salário suficiente para dedicarem-se totalmente à profissão, bem como todos os estabelecimentos de ensino funcionando em perfeitas condições de conforto e higiene;
  13. Os aposentados da Previdência receberão aumento de seus proventos em índices superiores aos do que ganham um salário mínimo, além das diferenças da defasagem dos últimos anos;
  14. Nas eleições municipais somente concorrerão candidatos de Ficha Limpa;
  15. Julgamento e condenação dos implicados nos mensalões, sem prescrição dos 'malfeitos' de nenhum dos implicados.